Covid-19: EMA autoriza aumento de produção na UE de vacinas Pfizer e Moderna

Lusa 23 de abril
Sábado
Leia a revista
Em versão ePaper
Ler agora
Edição de 6 a 12 de maio
As mais lidas

Ursula Von der Leyen reiterou a confiança em conseguir que a UE tenha doses suficientes para atingir, em julho, a meta de 70% de adultos vacinados contra a covid-19.

A Agência Europeia do Medicamento aprovou esta sexta-feira um aumento da capacidade de produção de vacinas da BioNTech/Pfizer e Moderna na União Europeia (UE) e a presidente da Comissão Europeia reiterou meta de 70% de adultos vacinados em julho.

John Thys /Pool via REUTERS
A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa) aprovou um aumento do tamanho do lote e da escala do processo associado no local de fabrico de vacinas da BioNTech/Pfizer em Puurs, Bélgica, que hoje foi visitada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Esta decisão deverá ter "um impacto significativo no fornecimento da Comirnaty", nome comercial da vacina na UE, segundo um comunicado da EMA.

No que respeita à Moderna, foi aprovada uma nova linha de enchimento de produtos acabados da Moderna, em Rovi, Espanha, que será sincronizado com o processo de expansão de substâncias activas no local de fabrico de substâncias ativas aprovado em março.

Numa conferência de imprensa após a vista à fábrica da da Pfizer, Von der Leyen reiterou a confiança em conseguir que a UE tenha doses suficientes para atingir, em julho, a meta de 70% de adultos vacinados contra a covid-19.

Na ocasião, a líder do executivo comunitário salientou ainda que a UE já exportou 155 milhões de doses para 87 países, desde dezembro.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.073.969 mortos no mundo, resultantes de mais de 144,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.956 pessoas dos 832.891 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Artigos Relacionados