Ucrânia: Assessor do Kremlin diz que plano dos EUA para paz continua por cumprir
Negociações de paz para a Ucrânia com a mediação dos EUA foram interrompidas devido à participação americana na guerra no Médio Oriente.
Negociações de paz para a Ucrânia com a mediação dos EUA foram interrompidas devido à participação americana na guerra no Médio Oriente.
Na semana passada, o secretário do Tesouro já tinha referido que o Governo estava a considerar suspender as sanções ao crude russo para melhorar o fornecimento global.
Os Estados Unidos e Israel desencadearam pelo seu lado bombardeamentos no Irão desde 28 de fevereiro, que mataram o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, interrompendo as negociações em curso entre Washington e Teerão, centradas no programa nuclear iraniano.
Conversações estão em curso em Miami, na Florida sobre o plano de paz para a Ucrânia, após uma reunião na sexta-feira com a delegação ucraniano e também com elementos europeus.
A Rússia considera que as alterações que os europeus pretendem introduzir no plano de paz de Trump que não contribuem para o sucesso das negociações.
Líder ucraniano disse esta semana estar disposto a modificar a legislação ucraniana para permitir eleições antes do fim da guerra.
A presidência russa adiantou que o encontro para discutir o plano de Washington para pôr fim à guerra na Ucrânia, terminou ao fim de aproximadamente cinco horas.
No final da noite de segunda-feira apesar do ar satisfeito dos envolvidos, não houve verdadeiros avanços. Quer em relação à segurança da Ucrânia quer com vista a um acordo de paz.
No território que já pretenceu à Rússia, Putin vai conseguir fugir ao mandato de prisão do TPI.
Discussão ocorreu depois de o presidente ucraniano ter anunciado que não irá ceder o seu território à Rússia.
O encontro entre Trump e Putin foi hoje confirmado por Washington e Moscovo, tendo o conselheiro presidencial russo, Yuri Ushakov, adiantado que deverá acontecer na próxima semana.
Entre os que são esperados na tribuna de convidados estão o presidente chinês, Xi Jinping, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko.
Os negociadores americanos deslocam-se esta tarde a Moscovo para discutir a guerra com a Ucrânia e a possibilidade de um cessar-fogo imediato.
O presidente ucraniano deverá visitar a Arábia Saudita na quarta-feira, um dia depois da reunião entre norte-americanos e russos.
Confirmação foi dada pelo Kremlin. "Todos estão a tentar falar sobre o que é preciso fazer para parar a guerra, custe o que custar", aponta porta-voz.
O Kremlin indicou ainda que o presidente russo vai encontra-se também com o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas.