Sábado – Pense por si

João Cotrimde Figueiredo e Inês Bichão
Bruno Faria Lopes

Cotrim vs Bichão: o caso (agora judicial) está vivo

Queixa-crime por difamação - após as alegações de assédio que marcaram a campanha das presidenciais - deu origem a inquérito que está sob segredo de justiça. Tanto o euro deputado como a ex-assessora dos liberais são representados por firmas de topo.

Bruno Faria LopesRaquel Lito

De futebolistas a unicórnios: os maiores salários de Portugal

À aristocracia dos vencimentos mais altos – liderada pelo futebol, as maiores empresas cotadas e negócios como a advocacia – juntam-se os novos vencedores da economia: fundadores de unicórnios e barões de fundos. Muitos casos mostram que os maiores ganhos com o trabalho estão além do salário.

O poder e a influência dos movimento católicos mais conservadores
Alexandre R. Malhado

O poder e a influência dos movimento católicos mais conservadores

Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Rita Blanco e Nuno Vieira de Almeida homenageiam Viktor Ullmann no Teatro S. Luiz
Tiago Neto

Rita, Nuno, Rilke e um piano no São Luiz

Dias 4 e 5 de novembro, no Teatro São Luiz, a atriz Rita Blanco e o pianista Nuno Vieira de Almeida transportam para o presente música dorida e um poema em prosa de Rainer Maria Rilke.

Sónia Bento

Patrocínio. Um clã de estrelas e advogados

Usam o apelido do pai e são Vieira de Almeida, da parte da mãe - família que detém a VdA, uma das maiores sociedades de advogados do País. As quatro irmãs casaram-se com figuras igualmente mediáticas, como um ex-jogador da seleção de râguebi, um ator e um dos donos do restaurante Praia no Parque.

Bruno Faria Lopes

Cartel da banca: a batalha de 100 mil páginas que os bancos ganharam na secretaria

Os bancos visados pela multa da Autoridade da Concorrência fizeram mais de 50 recursos, alguns com mil páginas, e quando o risco de prescrição já era elevado encharcaram a juíza com centenas de "questões prévias", que a levaram a produzir 107 despachos. Como a litigância feroz da banca, a demora de dois anos a marcar o julgamento e um “detalhe” na nova lei levaram à prescrição da maior multa de sempre em Portugal.

Cuidado com os burlões

Não pense que é algo que só acontece aos outros, porque a sofisticação é cada vez maior. Carolina Soares, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, aponta: “Há advogados, empresários, pessoas letradas que caem. Eu própria estou à espera do dia em que serei eu a cair numa burla.” E ainda: os acordos de Alvor, um dia na Linha SNS 24 e a poluição dos jatos privados.

Maria Henrique Espada

Assunção, primeira-ministra? “Que atrevimento. Que descaramento!”

Era “pespineta” em criança, e reconhece que muitos acharam que o foi ao assumir-se candidata a liderar um governo. Nasceu em Angola, cresceu em Lisboa, foi ‘descoberta’ por Portas, sucedeu-lhe, foi ministra (e grávida) e foi a fé que a fez dizer sim à política.

António José Vilela

A longa guerra dos juízes que não se suportavam - o ataque

Esta é uma história de egos enormes e uma soma de denúncias; da Odebrecht e do dossiê Isabel dos Santos; de Mexia, Pinho e do enigmático Príncipe; dos milhões a devolver ou talvez não; dos clamores públicos e das perseguições; do telemóvel da discórdia e o parecer do interessado Germano. E ainda dos desembargadores chateados e dos documentos sigilosos; das alfinetadas matreiras e, afinal, para que serve o Conselho Superior da Magistratura.

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