Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

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Nicky Dunne comissaria biliotecas à medida que podem custar milhões
Sarah Lyall/The Interview People

A livraria que faz bibliotecas para bilionários

Iates? Coleções de arte? Não, o novo negócio de nicho para satisfazer os ultra-ricos de todo o mundo - pessoas ou empresas - é comprar livros e desenhar onde os alojar à medida do cliente.

O instrutor Rubim Fonseca com o kit de sobrevivência, onde não falta o rádio a energia solar
Raquel Lito

Já aprendi a sobreviver às catástrofes

Há um novo guia e fomos saber as regras: alimento, fogo, abrigo e água são vitais, mas não é fácil chegar a eles. Cozinhar carne e conservá-la em frascos, fazer faísca com uma pedra de magnésio, ou converter um saco de lixo numa gabardina requerem perícia e técnica. Estou a léguas do MacGyver. Veja o vídeo.

Sidónio Pais em Lisboa de visita a obras de assistência social, em 1918
António Luís Marinho

Sidónio Pais, o primeiro populista

Foi assassinado com três tiros depois de governar o País durante 374 dias, numa tentativa inédita de instaurar um regime presidencialista autoritário, associado a um verdadeiro culto da personalidade que o seu carisma alimentou. Morreu o homem, nasceu o mito.

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Este mergulho para aparar as espécies da exposição pode ser visto duas vezes por mês
Luísa Oliveira

Florestas submersas: é preciso podar esta exposição

Inaugurou em 2015, com previsão de durar três anos. Mas só em junho, mais de uma década depois, o Oceanário fechará as portas do maior aquário natural do mundo, com assinatura do japonês Takashi Amano

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