D. Sebastião. O desastre de Alcácer Quibir
Conheceu o País, reformou o exército e avançou para o Norte de África para travar os otomanos e ganhar o respeito da Europa cristã. Falhou o casamento e a sucessão.
Conheceu o País, reformou o exército e avançou para o Norte de África para travar os otomanos e ganhar o respeito da Europa cristã. Falhou o casamento e a sucessão.
Tornou-se no salvador da pátria que um dia irá regressar ao reino.
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
Francisco José Viegas escreve sobre um destino que, 500 anos depois do seu descobrimento, os portugueses ignoram olimpicamente, o que é uma tristeza
Houve quem tivesse lutado em praças africanas, enriquecido com o açúcar e influenciado cortes orientais. As que ficaram contribuíram para a sobrevivência de Portugal.
D. Afonso Henriques ganha por unanimidade, surgindo a seguir ao rei-fundador outra personagem centenária: o poeta Luís Vaz de Camões. Em 3º lugar já temos alguém da História mais recente: Ramalho Eanes. Com base numa sondagem inédita feita para a SÁBADO, que aponta quais as pessoas mais relevantes ao longo dos 900 anos de Portugal, deixamos-lhe aqui o retrato das 9 principais figuras.
O mais importante navegador da História era português e morreu há 500 anos, na noite de Natal. As viagens, os métodos e a vida de um aventureiro, corajoso e violento.
Um típico capitão do mar que torturava para obter respostas, saqueava e matava, mas que também sabia conquistar aliados. Fiel à sua missão, recorria muitas vezes à “diplomacia da violência”
De pequeno fidalgo passou a almirante, com lugar no Conselho do Rei. Conseguiu o título de conde – com toda a riqueza que incluía. Nenhum navegador teve tamanha ascensão social
Um estudo do ADN do navegador, o primeiro europeu a chegar à América, indica que tinha antepassados judeus sefarditas, população rara em Génova no séc. XV. O mais provável é ser da Península Ibérica.
Não se lhe conhece a letra, tão-pouco a cidade onde nasceu. Existem oito documentos e quatro cartas que ajudam a resolver o enigma. Boémio, arruaceiro, com uma memória e cultura prodigiosa, era um apaixonado que morreu pobre. Saiba o que os investigadores descobriram sobre como viveu.
A guerra do Suez, as relações com a URSS e a tentativa de adesão à CEE marcaram o plano político. Mas o divórcio da irmã e o assassinato de lorde Mountbatten foram os maiores desafios.
Várias figuras públicas foram desafiadas pela SÁBADO a regressarem às suas terras. Nesta rubrica de verão, esta semana o recém-eleito líder do PSD regressa a Espinho, a terra onde cresceu, estudou, e onde até foi nadador-salvador na praia. A mesma onde agora esteve a jogar vólei com o filho mais velho.
Administrador da SAD do FC Porto desde 2014, teve uma longa carreira na política. Gere as finanças da SAD do clube.
Rui Rio sofreu primeiro embate, mas guarda tabu sobre o que fará a seguir. Há uma onda a crescer no PSD e Paulo Rangel está a cavalgá-la.
Em 1821, João Manuel de Figueiredo entregou a carta que reconheceu a independência argentina e chilena. Nove dias depois morreu de forma repentina na sua casa.