Os 60 anos da ponte 25 de Abril
Inaugurada a 6 de agosto de 1966, iria mudar Lisboa - e o País.
Inaugurada a 6 de agosto de 1966, iria mudar Lisboa - e o País.
Podemos fazê-lo, porque as vias do empreendimento de luxo, onde se concentram as maiores fortunas do mundo, são, afinal, públicas. Jeff Bezos, Nicole Kidman, Sharon Stone, entre outros, apontados como compradores VIP, têm, em rigor, lotes. Mas a circulação da SÁBADO durou breves momentos: a segurança interceptou a viatura e vieram logo mais seis carros cercar-nos. A odisseia de um projeto urbanístico com 20 anos de história e que pode ver no Repórter SÁBADO, domingo, dia 9, às 21h40.
De acordo com a Lusoponte, a circulação esteve cortada na Ponte 25 de Abril no sentido Almada-Lisboa.
Caso sucedeu na quarta-feira em Almada, no bairro do Torrão.
Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
O suspeito, um “cidadão alemão de origem libanesa”, está ainda em fuga e as autoridades pedem à população para evitarem “contacto direto” com o suspeito.
O detido alegadamente acompanhava o principal suspeito daquele atropelamento, já identificado, mas que continua a monte.
No sábado, a polícia já tinha indicado que o homem tinha ligações a grupos islâmicos na capital alemã.
A grávida deslocava-se de Carrazeda de Ansiães para a maternidade do hospital de Bragança, a única no distrito, a cerca de 100km de distância.
A mais recente visita de acompanhamento técnico, sem pré-aviso, foi realizada a 30 de setembro de 2025.
Colégio responsável pela morte da bebé de 18 meses refere que está a acompanhar a situação "com a máxima seriedade e sentido de responsabilidade".
A mulher que deixou a menina de 18 meses no veículo, em Almada, pode vir a ser acusada de homicídio por negligência, segundo advogado. O possível esquecimento pode ter sido consequência de “privação de sono, exaustão emocional, fadiga”, entre outros fatores, diz psicóloga.
Avó de Sofia, a menina que morreu depois de ser deixada durante quase sete horas dentro de uma viatura por funcionários da creche em Almada, avisou todos os encarregados de educação de que a instituição é responsável pelo sucedido.
O último aconteceu esta quinta-feira, em Almada.
A informação é avançada numa mensagem da presidente do município, Inês de Medeiros, na sua página do Instagram.