Gianni Infantino recandidata-se à presidência da FIFA em 2027
As eleições realizam-se em março do próximo ano, em Rabat, Marrocos.
As eleições realizam-se em março do próximo ano, em Rabat, Marrocos.
A UE deu o aval ao empréstimo à Ucrânia após a Hungria ter levantado um veto de dois meses, imposto pelo antigo primeiro-ministro eurocético e nacionalista Viktor Orbán ter sido derrotado nas urnas, no dia 12.
A campanha eleitoral tem sido turbulenta em Bengala Ocidental, onde a exclusão de nove milhões de pessoas dos registos eleitorais gerou um debate aceso entre os partidos.
Foi assassinado com três tiros depois de governar o País durante 374 dias, numa tentativa inédita de instaurar um regime presidencialista autoritário, associado a um verdadeiro culto da personalidade que o seu carisma alimentou. Morreu o homem, nasceu o mito.
Filas longas, mesas de voto atrasadas e contagem lenta, são alguns dos problemas que estão a marcar o processo eleitoral no Peru.
Ao eleger pelo menos dois novos deputados nas eleições parciais realizadas na segunda-feira.
Com cerca de 92% dos votos apurados, Péter Magyar e o seu partido Tisza, estão prestes a conquistar uma maioria de dois terços no parlamento, ou seja, 138 lugares. O Fidesz de Orbán terá 54 e o partido de extrema-direita, Mi Hazank, ficará com sete lugares.
A participação eleitoral foi de 77,8%. Mais de 5,8 milhões de eleitores foram às urnas votar.
Nestas eleições gerais, os candidatos ultraconservadores voltam a dominar as preferências do eleitorado, com Keiko Fujimori (Força Popular) na liderança, com 14,5% dos votos.
O primeiro-ministro da Hungria foi às urnas numa votação decisiva que pode afastá-lo do cargo após mais de uma década e meia no poder.
Além da AP-OSCE, a missão internacional de observação eleitoral integra elementos do Escritório para as Instituições Democráticas e Direitos Humanos (ODIHR, na sigla em inglês) e da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.
Depois de 16 anos no poder o primeiro-ministro populista Viktor Orbán pode ser substituído pelo seu antigo aliado, Péter Magyar.
Diogo Alexandre Carapinha explica que “na Hungria as plataformas digitais são um campo de disputa”, o que torna o país mais permeáveis e interferências estrangeiras.
O Tisza, partido de centro-direita liderado por Péter Magyar, lidera sondagens mas o Fidesz, do atual primeiro-ministro, continua a reunir a preferência dos mais velhos.
Portugal optou pela estratégia infantil: fazer de conta que André Ventura, no imortal papel de bicho-papão, pode desaparecer pela força do pensamento mágico.
Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.