Governo quer responsabilização de colonos que atacaram ativista portuguesa
O primeiro-ministro considera que o ataque foi "uma violação absolutamente grosseira, injustificada, inaceitável dos direitos mais elementares do ser humano".
O primeiro-ministro considera que o ataque foi "uma violação absolutamente grosseira, injustificada, inaceitável dos direitos mais elementares do ser humano".
Luís Carrilho recusou que estas mudanças na formação estejam relacionadas com a violência policial na esquadra do Rato.
Também foram impostas sanções a outros quatro indivíduos por desinformação sobre a guerra na Ucrânia.
A tolerância social aos lares ilegais para idosos revela uma falência moral que não pode ser atribuída apenas ao Estado.
Na quarta-feira, as autoridades detiveram sete agentes da PSP na sequência da investigação a crimes de tortura grave, violação, agressões e abuso de poder na Esquadra do Rato, em Lisboa.
Em causa estão estão casos de "tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas", estando a acusação a cargo do MP.
Falámos com dirigentes sindicais, que apontam causas e preocupações, defendem o principio da inocência, mas são claros quanto ao que fazer em caso de condenação.
Sob a alçada de Khamanei as sanguinárias forças de segurança do Irão abriram fogo contra manifestantes durante sucessivas ondas de protestos em 2009, 2019 e nas manifestações que se seguiram após o assassino de Mahsa Amini em 2022.
Agentes foram detidos na Esquadra do Rato, em Lisboa.
Serão reforçadas em 2026 matérias de "prevenção da discriminação, extremismo e radicalismo, uso de redes sociais e telemóveis pessoais, passando estas a ser matérias obrigatórias".
Alegados casos de tortura e violação na esquadra do Rato levaram à detenção de dois agentes da PSP.
Apesar de um cessar-fogo parecer estar longe, está marcada mais uma ronda de negociações para esta quinta-feira.
"Infelizmente, neste ano e no ano transato, têm sido [conhecidas] situações muito graves de condutas impróprias nas forças de segurança", reconheceu Pedro Figueiredo.
"A lista de abusos é avassaladora", afirmou o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk.
Machado defendeu o "bloqueio do fluxo de dinheiro" que o Governo venezuelano utiliza "para a repressão, corrupção e aumento das atividades criminosas".
As autoridades iranianas reconheceram a morte de milhares de pessoas, mas disseram que a grande maioria eram membros das forças de segurança ou transeuntes mortos por terroristas ao serviço dos Estados Unidos e de Israel.