Sábado – Pense por si

A lipoproteína (a) foi descoberta em 1963. Trata-se de partículas que transportam a gordura no sangue
Lucília Galha

A proteína que o pode matar

É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

Os ratos que ajudam a tratar a dor

As novas terapias para a dor crónica puseram uma jornalista da SÁBADO a mexer em animais; no café de Joana Mortágua houve opositores políticos a brindar ao seu sucesso; e o cheiro da Lisboa romana pode fazer lembrar peixe em mau estado.

Inês Moreira numa sessão de terapia, com Francisco, de 6 anos, na clínica Amamentos, em Lisboa
Sónia Bento

Miúdos que (quase) não comem

Alguns só aceitam sopa, outros preferem alimentos brancos e crocantes – e podem rejeitar todos os outros. A seletividade alimentar faz os pais evitarem férias e idas a restaurantes.

Ver-se Grego

Poucos temas têm sido tão maltratados por este jogo de espelhos como a questão da identidade de género.

Lise Meitner sempre recusou colaborar com o projeto Manhattan, em que se produziram as primeiras bombas atómicas
Lucília Galha

Mulheres cientistas: ninguém as conhece, mas fizeram história

Descobriram a tecnologia das vacinas da Covid, a origem da síndrome de Down e o processo na base da bomba atómica - mas não foram reconhecidas por isso. Também na ciência, as mulheres sofrem discriminação. Há um livro que explica porquê.

Segredos para controlar a ansiedade
Renata Lima Lobo

Segredos para controlar a ansiedade

As tempestades, pandemias e guerras podem aumentar os sintomas. Saiba quando procurar ajuda, em que casos a medicação é essencial e que outras estratégias pode usar para combater a epidemia do século. Há quem faça meditação, dança e reiki. Desenhar em cadernos, remodelar a casa ou procurar um fisioterapeuta também pode ser útil.

Liliana Gouveia foi diagnosticada com 5 anos. As suas crises acontecem sempre à noite
Lucília Galha

Liliana vive há 33 anos com epilepsia, sem qualquer limitação

Trabalha na área em que se formou, tem uma filha e vai ao ginásio. Não tem uma convulsão há mais de uma década e as crises estão controladas. O único senão são os efeitos secundários da medicação. Apesar de ter uma vida normal, considera que a maioria das pessoas não sabe lidar com a doença - e sente o estigma. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Epilepsia.

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