Líder do movimento Dignitas põe fim à sua vida por suicídio medicamente assistido
O suíço Ludwig Minelli passou três décadas a lutar pelo direito à morte medicamente assistida.
O suíço Ludwig Minelli passou três décadas a lutar pelo direito à morte medicamente assistida.
A decisão não é inédita - em Espanha, o sistema de saúde também cobre esta despesa -, mas recebeu críticas.
O chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, saudou a votação do diploma pela câmara baixa da Assembleia Nacional como um "passo importante".
Há 15 anos ficou tetraplégico. Desde então, abriu uma empresa, viu os filhos crescer e é feliz, mas já n ão quer viver – falta-lhe a liberdade. Em 2026, vai morrer através de suicídio assistido.
Quatro pessoas foram detidas pelas autoridades suíças. Mulher norte-americana usou a cápsula num bosque junto à fronteira com a Alemanha.
Texto aprovado pelo Papa Francisco resulta de cinco anos de trabalho e foi publicado pelo Dicastério para a Doutrina da Fé.
O advogado Rui Gomes da Silva, o ex-ministro António Bagão Félix e a médica Isabel Galriça Neto estão entre os signatários.
Alguns são tremendistas, sonoros, extremados e radicais. Mas também há moderados e um deles até tem algumas hipóteses de eleger um deputado.
O estado do Alabama quer executar um homem condenado a pena de morte através de uma nova técnica, criticada pela ONU e Amnistia Internacional. À SÁBADO, especialista defende que se trata de "retrocesso civilizacional".
Ator francês, de 88 anos, encontra-se debilitado devido a um AVC e hemorragia cerebral. Filhos defendem que não está lúcido, o que a filha nega.
Leia o último capítulo da nova obra do escritor e co-argumentista João Tordo, inédita e em exclusivo para a SÁBADO.
De acordo com a Constituição da República, perante um veto, o parlamento pode confirmar o texto por maioria absoluta dos deputados em efetividade de funções, 116 em 230, e nesse caso, o Presidente da República terá de promulgar o diploma no prazo de oito dias a contar da data da receção.
Tema já foi alvo de dois vetos políticos do chefe de Estado e dois vetos na sequência de inconstitucionalidades decretadas pelo Tribunal Constitucional.
Nova versão da lei regressa à Assembleia da República sem promulgação. Em causa a primazia do suicídio assistido.
O debate sobre a eutanásia começou em 1995, mas foi em 2021 que o Parlamento aprovou a primeira lei. Desde então, já foram aprovadas quatro versões. A última foi aprovada esta sexta-feira e deverá seguir para Belém depois da Páscoa. Mas o que mudou e que dificuldades pode haver ainda?
Parlamento discutiu pela quarta vez a lei da morte medicamente assistida. Nova formulação conta com o apoio de PS, BE, IL, PAN e Livre. Chega e PCP estão contra. PSD dá liberdade de voto e insiste na necessidade de um referendo na próxima sessão legislativa.