Biblioteca Manguel vai custar mais €2,5 milhões
A odisseia da chamada “Biblioteca Manguel” dura desde 2020, está longe de terminar e acaba de ter mais um capítulo: a autarquia mudou brutalmente o preço das obras necessárias.
A odisseia da chamada “Biblioteca Manguel” dura desde 2020, está longe de terminar e acaba de ter mais um capítulo: a autarquia mudou brutalmente o preço das obras necessárias.
A proposta foi discutida na reunião extraordinária de hoje e aprovada com o voto contra do BE, a abstenção do PCP e do Livre e os votos favoráveis das restantes forças políticas (PSD, CDS-PP, IL e PS).
“Fizemos”, “construímos”, "tivemos a coragem de fazer". Moedas reivindicou a autoria de 112 obras que eram do antecessor, de juntas, de universidades e do Governo (são dezenas de obras, incluindo creches, USF, escolas, jardins, residências estudantis, ou casas), incluindo com deturpação de números. Afirmou haver "mais 400 cantoneiros" a recolher lixo, mas mapa de pessoal da CML mostra que há menos 117
Além da cabeça de lista, estão dois nomes do Livre, um do PAN e um do Bloco. Maria Begonha, que falhou eleição para deputada, está em 10º. Sérgio Cintra é o n.º 2. Para a assembleia municipal, avançam André Moz Caldas e Miguel Coelho (atual presidente em Santa Maria Maior).
Cinco anos depois, só agora foi lançado o concurso para a remodelação do edifício que vai receber a "Biblioteca Alberto Manguel". Livros não estão ainda todos catalogados.
Inaugurado esta 4.ª feira, o pavilhão servirá para "preservar, estudar e partilhar a coleção privada do artista ", constituída por cerca de 1.500 obras de arte.
De 5 a 8 de junho, ninguém paga para entrar no pavilhão onde estarão obras de artistas como Marina Abramovic, Robert Morris e Rui Chafes.
Acréscimo de gastos, nomeadamente com a Jornada Mundial da Juventude, foi apontado como um dos motivos para o resultado negativo.
O arrendamento acessível ganha escala em Lisboa com 3.300 imóveis municipais a saírem até 2026. No Porto, a fasquia vai nos 1.500 até 2028. A moda das cooperativas está de volta. Inquilinos, futuros proprietários, autarcas e arquitetos explicam à SÁBADO onde e quando surgem as oportunidades.
Das 119 empresas públicas que investigámos, quase 50% têm administradores do PS. Bem-vindo ao grande jogo das nomeações, das gigantescas injeções de capital e das contas em falta há anos
Empresa municipal de Lisboa vai pagar €3,52 milhões por uma igreja nova, um centro paroquial, e uma praça. Afinal, as Jornadas Mundiais da Juventude não são um episódio isolado na relação financeira antiga e intensa entre o Estado e a Igreja Católica.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa referiu que "as especificações do palco foram definidas em reuniões que tivemos com a Jornada Mundial da Juventude", no entanto ainda não estão esclarecidas quais as especificações impostas pela Igreja.
Investigação iniciada em 2017 está relacionada com alegados favorecimentos de dirigentes políticos a militantes do PSD e do PS, envolvendo juntas de freguesia de Lisboa e várias câmaras municipais.
O executivo vai avançar com a reabilitação do Centro de Acolhimento do Beato para pessoas em situação de sem-abrigo, obra que estava perspetivada há mais de 20 anos
Inês Ucha, ex-diretora municipal, nº 5 nas listas de Medina, ganhou avença na câmara de Inês de Medeiros (PS) por €3.198/brutos para assessoria ao PRR, assunto que também trata no escritório da Pinto Ribeiro Advogados. Filho de uma deputada do PS também está como assessor em Almada.
Viu uma proposta sua chumbada pelo PSD, elogiou Pedro Nuno Santos, teve salários em atraso na Câmara, acusações de falta de condições de trabalho, um ataque do CDS e a saída a meio de uma reunião.