O povo é mansinho
Um país envelhecido, mais preocupado em manter o que tem do que em ter o que lhe falta, deixa-se ir na inércia.
Um país envelhecido, mais preocupado em manter o que tem do que em ter o que lhe falta, deixa-se ir na inércia.
Há um regresso de um fenómeno literário, há estreias, há romances duros e thrillers com doses homeopáticas de suspense e há até um livro de poesia que nos ensina a olhar para as plantas - o que une todas estas sugestões não é só ainda cheirarem a tinta fresca; é que cheiram a outono. Ora leia.
Se alguma originalidade coube à Europa, não foi a escravatura; foi a singular ideia de transformar a sua abolição num movimento político e, depois, numa política de Estado. Muitas vezes contra a resistência indignada dos governantes e comerciantes africanos que lucravam com o tráfico.
A Bruxa chega às bancas dia 6 de outubro e promete ser um sucesso de vendas - como todas as obras da autora.
Um dos memorandos, datado de 10 de setembro de 1998, alerta que a Al-Qaida "poderia lançar um avião carregado de explosivos contra uma cidade americana".
O populismo só nos oferece isto: uma escolha entre diferentes variantes de aldrabões.
A desinformação desempenha um papel importante na expansão do populismo digital. Ao criar suspeitas, alimentar ressentimentos e explorar medos reais ou imaginários, pode destruir a confiança necessária ao funcionamento das instituições.
Enquanto o clima tropical não dá tréguas, museus e galerias de Lisboa e Porto servem de refúgios culturais. Do MAAT a Serralves, eis as exposições a não perder até setembro terminar.
O que acontece quando a inteligência humana, deslumbrada consigo própria, deixa de reconhecer limites morais? A pergunta pode parecer supérflua para a cabeça acelerada de Elon Musk – um Ulisses moderno, com a mesma arrogância do antigo. Mas, em tempos sombrios para a civilização ocidental, é de aplaudir que exista um realizador de cinema que ainda tenha espaço e talento para a formular.
O que acontece quando a inteligência humana, deslumbrada consigo própria, deixa de reconhecer limites morais? A pergunta pode parecer supérflua para a cabeça acelerada de Elon Musk – um Ulisses moderno, com a mesma arrogância do antigo. Mas, em tempos sombrios para a civilização ocidental, é de aplaudir que exista um realizador de cinema que ainda tenha espaço e talento para a formular.
Os thrillers e filmes de animação destacaram-se na primeira metade do ano. Para o cinema nacional há más notícias: até agora, nenhum filme nacional conseguiu 10 mil espectadores.
Com Asa Butterfield e Molly Windsor nos principais papéis, a minissérie de seis episódios mostra os bastidores de uma comunidade religiosa fictícia, no Reino Unido.
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
Trump de 2026 rebentou com tudo o que Trump do primeiro mandato e até o Trump da campanha para 2024 tinham jurado: passou de "Presidente da Paz" e do "America First" para mais um Presidente dos EUA a fazer uma guerra no Médio Oriente. E logo no Irão. Não foi para isto que a base MAGA votou nele. Mas grande parte desses eleitores nem percebe que foram enganados. A América vai pagar caro este aventureirismo irresponsável. Pior: vai sobrar para nós.
O Chefe de Estado espanhol salientou que a União Europeia “em tempos conturbados, continua a ser um ponto de referência ético e político, em espaço de liberdades e de justiça social, onde a educação e a saúde são direitos”.