Como a LeYa encomendou livro sobre o Chega e depois recusou publicá-lo
Grupo editorial recusou publicar obra sobre o partido de Ventura depois de ter sido entregue pelo autor. Sem explicações, rescindiu contrato.
Grupo editorial recusou publicar obra sobre o partido de Ventura depois de ter sido entregue pelo autor. Sem explicações, rescindiu contrato.
Para lá da lei, foi Cunha Rodrigues que definiu o cargo de procurador-geral. E a sua herança mostra como o processo de nomeação não necessita de corporativismo
O próximo Presidente da República deverá ser António José Seguro. A rejeição de André Ventura baixou consideravelmente nos últimos dois anos, mas ainda se situa acima dos 60%. O caminho de Seguro para Belém está, por isso, aberto. Ventura pode surpreender e atingir, a 8 de fevereiro, um valor na casa dos 40%. Se assim for, a segunda volta revelará dois vencedores: Seguro ganha a Presidência, o líder do Chega obtém patamar eleitoral que o pode colocar acima de Luís Montenegro. Ainda não é a rutura, mas já será um grande abalo para o regime.
Ventura elege o ataque ao socialismo para se apresentar como um grande purificador do regime. Com todos os perigos que isso comporta.
Assumindo que é uma "produção ambiciosa", cujo orçamento vai rondar os 600 mil euros, o diretor geral da UAU assumiu o objetivo de atingir um público acima das 50 mil pessoas.
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
Luís Vargas tem 48 anos e é designer. Assumidamente de esquerda, há mais de dez anos que faz vídeos e montagens que visam os políticos de direita. Luís Montenegro não gostou de um post e anunciou processo.
Ex-líder parlamentar do CDS-PP diz que partilha com o socialista o respeito pelos limites constitucionais dos poderes de um Presidente da República.
Principal arguido da Operação Marquês acusou o tribunal de "violência" e criticou o prazo de 10 dias que lhe foi dado para arranjar uma defesa.
A infiltração do extremismo nas polícias e no país não pode continuar a passar em silêncio.
O líder do Chega quer alargar base à direita com radicalismo – e ainda sem plano para cenário de vitória.
Colocar António José Seguro na esquerda que sonha com a revolução socialista e não com o reformismo é um delírio
O antigo primeiro-ministro considerou José Preto poderia ter continuado no julgamento se houvesse um "mínimo de consideração pessoal e de delicadeza humana" por parte dos juízes.
José Cerdeira anunciou publicamente o seu apoio a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS, na segunda volta das eleições presidenciais, em disputa com André Ventura.
O líder do Chega passou à segunda volta na corrida presidencial. O resultado serviu para fazer mira a São Bento (não a Belém) e proclamar-se como líder do “espaço não socialista”.
Depois de fazer referências à "ideologia de género", rejeitar mesquitas em Portugal, criticar o processo Marquês e prometer acabar com o Estado Social como um "bar aberto de distribuição para todos", André Ventura avisou: "Eu disse ao que vinha".