Venezuela: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 60
O anterior balanço, divulgado na segunda-feira à tarde, dava conta de 56 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela.
O anterior balanço, divulgado na segunda-feira à tarde, dava conta de 56 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela.
Foram confirmadas as mortes de 53 lusodescendentes ou portugueses, entre as quais oito crianças.
Já passaram mais de 72 horas após dois grandes sismos que causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos.
Informação foi confirmada esta sexta-feira pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.
Após os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na quarta-feira.
Uma das vítimas mortais será "do sexo masculino" e foi encontrada debaixo dos escombros.
Mais de dez mil pessoas encontram-se desaparecidas.
Cheias em Moçambique já causaram mais de 100 mortos e afetaram quase 680.000 pessoas.
Os trabalhadores ao serviço do metro de Riade sofreram graves abusos laborais durante uma década, denuncia a organização.
O conflito, que dura há mais de dois anos, causou a morte de pelo menos 40 mil e forçou 12 milhões de pessoas a abandonar as suas casas.
Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos elege ainda as avarias nos elevadores das estações de metro como algumas das situações que é urgente melhorar.
Os talibãs indicaram que as equipas de resgate continuam a trabalhar na zona afetada pelo terramoto, onde já ocorreram várias réplicas.
SPV faz apelo nacional para aumento urgente da reciclagem de embalagens de vidro
O RASI aponta para uma diminuição da criminalidade geral, mas um aumento da criminalidade violenta e grave. Violência doméstica continua a ser um dos crimes mais participados.
"Uma vez disseram-nos que só por sermos negros e termos um sinal na cara já somos discriminados", acusa aluno da Escola Profissional de Economia do Porto.
Montenegro e os seus cowboys não resistiram à tentação de brincar ao securitarismo. Gulosos, quiseram também alinhar pelo diapasão do CHEGA no empolamento e restrição do acesso de estrangeiros não-residentes ao SNS, quando estes representam 1,6% das visitas às urgências.