Médio Oriente: Damasco e Curdos anunciam acordo global
As novas autoridades islamistas, que derrubaram Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, pondo fim a uma longa guerra civil, estão determinadas a estender sua autoridade a toda a Síria.
As novas autoridades islamistas, que derrubaram Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, pondo fim a uma longa guerra civil, estão determinadas a estender sua autoridade a toda a Síria.
Segundo o comunicado, "os dois presidentes afirmaram a importância de preservar a unidade e a independência do território sírio".
Os confrontos, os mais violentos em Alepo desde a queda de Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, causaram a morte de pelo menos 21 civis desde terça-feira e obrigaram à fuga de aproximadamente 155 mil pessoas, segundo dados oficiais.
Os ataques foram realizados contra o grupo fundamentalista na Síria, numa resposta ao ataque que matou dois militares norte-americanos e um tradutor.
Estas negociações estão a ser realizadas em Paris, com mediação norte-americana.
A queda do regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, e a tomada de posse do novo Governo sírio permitiram a Israel avançar territorialmente no Golã, ocupando assim esta 'zona de barreira' controlada pela UNDOF.
Ao câmbio de hoje, um euro vale 13 mil libras sírias.
Imagens das 15 vítimas foram projetadas e o imigrante sírio Ahmed al-Ahmed, considerado um herói por ter lutado com um dos atacantes enviou uma mensagem a partir do hospital.
Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?
Milhares de pessoas manifestaram-se na terça-feira em várias cidades ao longo da costa síria para denunciar a recente violência contra a minoria alauita.
Em Washington Al-Sharaa anunciou o “desejo, as intenções e a prontidão” para se juntar aos 89 países que compõem a coligação.
Presidente sírio está nos EUA para tentar que as últimas sanções sejam levantadas. Trump tem-se mostrado agradado com a governação do antigo militante da al-Qaeda.
Ahmed al-Shaara vai a Washington para se encontrar com Donald Trump e se juntar a uma coligação liderada contra o Estado Islâmico.
Aviões israelitas bombardearam a vila de Msayleh, provocando grandes estragos e interrompendo temporariamente uma das principais autoestradas da região. Os ataques mataram um cidadão sírio e feriram outras sete pessoas, segundo o Ministério da Saúde libanês.
Uma das vítimas que ainda se encontra hospitalizada também foi baleada.
Entre os objetivos do plano está o de levar a julgamento os responsáveis pelos ataques contra a população e bens civil e garantir o fluxo de ajuda humanitária e médica.