Nove anos de mandato, uma obra: a falta de água
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
Os almadenses não pedem milagres nem obras faraónicas. Pedem que, quando abrem a torneira, saia água.
O país deve passar a viver no horário de verão, isto enquanto os líderes europeus não chegam a um consenso sobre mudança da hora.
O verdadeiro luxo deixou de ser o fio de água da piscina a perder-se no mar. É alguém que se lembra. Só que lembrar-se exige conhecer, conhecer exige tempo, e tempo é precisamente aquilo que um hotel com muitos quartos não tem para dar.
A língua do poder local é um prodígio de canalização semântica. A água não falta: “o abastecimento encontra-se condicionado”. A rede não rebenta: “registou-se uma anomalia”. A gestão não falha: “foi activado um plano”.
Para este fim de semana (10 a 12 de julho), sugerimos-lhe provar novos pratos em restaurantes de Lisboa e Ericeira, ver "Os Maias" transformado em bailado em Coimbra e ouvir jazz ao pôr do sol.
Vereador Paulo Sabino, afirmou que as sucessivas falhas no abastecimento de água "foram a gota de água".
Equipas estão no local para proceder à reparação.
Numa altura de elevadas temperaturas e forte afluência de turistas à região.
O bastonário deixou alguns alertas, sobretudo relacionados com os lares de idosos e pessoas que se encontram isoladas.
«Poderão verificar-se, de forma pontual e temporária, oscilações de pressão ou interrupções no abastecimento de água…»
Newsletter de segunda-feira.
Em França, a destruição sazonal já faz parte do calendário. E, como lembrava o nosso Eça, de França tudo nos chega pelo paquete – como, aliás, tem chegado: dos cocktails Molotov nas marchas contra o aborto aos pirómanos de rosto coberto junto à escadaria do Parlamento, vai crescendo por cá um certo gosto por estes passatempos, usualmente com o carimbo da extrema-esquerda.
Embora ocorra no oceano Pacífico, o El Niño pode influenciar os padrões climáticos à escala global.
Em França, a destruição sazonal já faz parte do calendário. E, como lembrava o nosso Eça, de França tudo nos chega pelo paquete – como, aliás, tem chegado: dos cocktails Molotov nas marchas contra o aborto aos pirómanos de rosto coberto junto à escadaria do Parlamento, vai crescendo por cá um certo gosto por estes passatempos, usualmente com o carimbo da extrema-esquerda.