Chumbo da reforma laboral é "oportunidade perdida para o país", diz ministra do Trabalho
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Hugo Soares justificou que, no debate de quinta-feira afirmou que a proposta iria ser aprovada, porque é "um homem de palavra", criticando André Ventura por recuar à última hora.
Rosário Palma Ramalho responsabiliza o PS pelo "atual estado do país".
A ministra referiu que o programa "Primeiro Pessoas: Tolerância Zero à Fraude" tinha permitido identificar um montante de 159 milhões de euros em “pagamentos indevidos“.
Nos últimos meses, várias denúncias de violência e abusos em creches vieram a público, levantando dúvidas sobre os mecanismos de prevenção e fiscalização nestas instituições.
Sindicato diz que a "massiva adesão" demonstra que "os enfermeiros, de todos os setores rejeitam o pacote laboral".
Maria do Rosário Palma Ramalho fez esta quarta-feira um balanço sobre a adesão à greve geral. Garante que o setor público é o mais afetado, nomeadamente na área da educação e dos transportes.
A normalização do serviço está prevista para as 06:30 de quinta-feira.
Além do trabalho social, as pessoas em idade ativa que beneficiem da PSU há mais de três anos terão também de cumprir mais horas de formação profissional.
Pedimos a três analistas políticos para avaliar os governantes tendo em conta as medidas executadas, a capacidade de comunicação e de gestão de crise. Miranda Sarmento vence pela postura “serena e pelo excedente orçamental”. Ana Paula Martins, ministra da Saúde, é o elo mais fraco.
Normalização do serviço está prevista para as 6:30 de quinta-feira.
Primeiro-ministro defendeu que, além de assegurar que “ninguém fica para trás”, o objetivo é lutar “para que estas ajudas não se transformem num cheque permanente e numa forma de vida”.
O debate, que ocorre dez dias depois de o Governo ter entregado no Parlamento a proposta de lei que altera o Código do Trabalho, centra-se nas "condições de vida dos trabalhadores" e no "pacote laboral, salários e direitos" e abre e encerra com intervenções do PCP e do executivo, prevendo-se que dure pouco mais de duas horas.
O presidente da estrutura sindical disse que a greve da próxima semana "não parece ter o 'timing' mais adequado", embora reserve o direito a mais ações de luta.
Em causa o pacote laboral, que representa um "grave retrocesso e um ataque direto aos direitos dos trabalhadores".
Sindicato garante que "todas as empresas de transportes" de norte a sul do País foram mobilizadas e que até já foram entregues os pré-avisos de greve. Em causa está a aprovação do pacote laboral.