O plano de assalto de Ventura a Belém (ou a São Bento)
O líder do Chega quer alargar base à direita com radicalismo – e ainda sem plano para cenário de vitória.
O líder do Chega quer alargar base à direita com radicalismo – e ainda sem plano para cenário de vitória.
Candidato previa encaixar 1 milhão em apoios públicos mas os votos que recebeu no último domingo ficaram aquém do esperado.
Em declarações à CMTV, o candidato presidencial André Ventura mostrou-se desiludido com a reação de Cotrim de Figueiredo aos resultados eleitorais e considerou ser "impossível" que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, fique "à margem" da campanha eleitoral da segunda volta que será protagonizada pelo líder do Chega e o socialista António José Seguro.
Pedro Pinto antecipou uma "noite longa" e pediu aos apoiantes presentes que aguardem serenamente.
Marques Mendes chegou ao hotel em Lisboa onde vai acompanhar os resultados eleitorais e foi rapidamente rodeado pelos jornalistas, que quiseram saber a opinião do candidato sobre as projeções da abstenção.
É a mesma data desde 1986, ano em que Mário Soares tomou posse como o 17.º Presidente da República.
O presidente dos Estados Unidos quer redesenhar os distritos eleitorais para o Congresso e acabar com a utilização de votos eletrónicos ou por correspondência.
O aspeto físico e determinadas características corporais continuam a desempenhar um papel relevante numa decisão eleitoral.
Há milhões de dólares apostados nas presidenciais portuguesas. As plataformas como a Polymarket vendem-se de forma virtuosa, mas vêm com riscos evidentes
Realizada pela Pitagória para a TVI/CNN, a nova sondagem empurra Ventura para trás, mas a diferença é curta.
Em causa está o golpe de estado ocorrido a 26 de novembro de 2025.
O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos expressa também preocupação "com relatos de que as forças de segurança usaram força desnecessária ou desproporcional, incluindo munição real, para dispersar manifestantes pacíficos após o golpe na capital, Bissau".
Um grupo de militares anunciou na quarta-feira ter tomado o poder na Guiné-Bissau e ter destituído o Presidente, Umaro Sissoco Embaló, que viajou entretanto para o Senegal.
O presidente, eleito em 2020, viu o seu mandato chegar ao fim: foi detido esta semana por militares que levaram a cabo um golpe de Estado.
Por determinação do Alto Comando Militar, que tomou o poder no país esta semana.
Militares tomaram o poder e suspenderam as eleições pouco antes da proclamação dos resultados.