Opressão e cinzas em Chernobyl
A explosão do reator 4 foi denunciada pelos suecos, mas Moscovo só retirou a população quase dois dias depois para manter o acidente em segredo. Milhares de russos morreram vítimas da radioatividade
A explosão do reator 4 foi denunciada pelos suecos, mas Moscovo só retirou a população quase dois dias depois para manter o acidente em segredo. Milhares de russos morreram vítimas da radioatividade
Se, nesta segunda volta, André Ventura não crescer significativamente para lá dos seus territórios tradicionais, sobretudo contra um candidato socialista, a “liderança da direita” só servirá como ornamento.
As autoridades israelitas recomendam que se evite grandes ajuntamentos que não tenham as devidas medidas de segurança, incluindo serviços religiosos em sinagogas.
O discurso de Donald Trump na AG da ONU foi um insulto às Nações Unidas, uma humilhação para Guterres, uma carta aberta a determinar a derrotada da Ordem Internacional Liberal, baseada no sistema onusiano. Demasiado mau para passar em claro, demasiado óbvio para fingirmos que não vimos.
Investigar a cozinha portuguesa é quase uma missão. O gastrónomo é um dos maiores conhecedores dos segredos culinários nacionais. Regressa aos livros com mais um dicionário.
Da primeira viagem a Moscovo em 1987, aos milhões com que oligarcas russos o ajudaram, passando pelos receios de que o Kremlin tem qualquer coisa comprometedora sobre ele - oito anos depois da investigação judicial às ligações de Trump com a Rússia, estas voltam ao centro das atenções.
São 2.161 documentos para o Governo fazer obras por todo País, algumas quase faraónicas, outras comezinhas, que vão da construção de regadios a maus cheiros em aterros. Também há propostas sobre armas, touradas, patrulhas acrobáticas, peixe-espada, direitos LGBT, matadouros, jacintos-de-água, streaming ou expropriação da Cova da Moura.
Veremos se a história se repete como tragédia – ou se uma desconhecida Vice-Presidente, sorridente e pouco dada a detalhes, prevalece sobre o caos.
No debate sobre os “bairros problemáticos”, há espaço para tudo: extremistas de esquerda para quem a polícia é criminosa; extremistas de direita para quem a população negra é criminosa.
Esta semana, João Carlos Barradas, Vasco Rato e Nuno Tiago Pinto analisam o empate técnico entre Kamala Harris e Donald Trump a duas semanas das eleições e ainda os atos eleitorais em duas ex-repúblicas soviéticas: Moldávia e a Geórgia.
O conceito de “guerra paralela” começou a circular com mais intensidade pela mão do coronel John Warden III, arquiteto do “domínio aéreo” na Operação Tempestade do Deserto. Regressa agora, e aplica-se da Ucrânia a Gaza.
Reconhecendo que os dois países, antigas repúblicas soviéticas, enfrentaram "desafios significativos" -- a Ucrânia com a invasão russa que está a tentar repelir há quase dois anos e meio -, Charles Michel lembrou que é o "início de um processo longo".
A UE criou um “plano de comunicação estratégica” para contrariar a propaganda de Moscovo logo em 2015. Os resultados deixam muito a desejar. Putin ganha no terreno das atoardas e falsificações.
Perto da votação final de uma nova lei de “agentes estrangeiros” ao estilo de Putin, a ex-república soviética entrou em rota de colisão com a União Europeia, os Estados Unidos e a NATO.
Sanções de dezembro 'fecharam a torneira' ao dinheiro que Moscovo arrecadava através da comercialização de diamantes. Segundo ano da guerra será marcado com mais um pacote de sanções.