Habitação: Casa para Viver vai entregar carta aberta em Belém
A plataforma que defende o direito à habitação quer que o problema da habitação seja uma das causas do Presidente da República e que seja encarada como "emergência nacional".
A plataforma que defende o direito à habitação quer que o problema da habitação seja uma das causas do Presidente da República e que seja encarada como "emergência nacional".
Durante o debate parlamentar, os partidos de direita acusaram os de esquerda de tentarem impor controlos às rendas, e estes acusaram os de direita com a desregulação total e a desproteção das famílias.
Em grupos internos do WhatsApp, o vereador do Chega em Lisboa defende a namorada exonerada por ser proprietária de imóveis que servem de habitação clandestina de imigrantes.
José Manuel Fernandes declarou património superior a €1,4 milhões, mas pediu ajuda ao Estado para pagar a renda. Juntou ao salário (€7.190) um subsídio de reintegração profissional (€4.065) e um subsídio de alojamento (€725) para o ajudar a viver em Lisboa (cidade onde tem duas casas a arrendar)
Moção foi chumbada com 10 votos contra dos vereadores do PSD, CDS-PP, IL, Chega e vereadora independente.
A plataforma acusa o Governo de anunciar "medidas milagrosas" que, na sua perspetiva, beneficiam senhorios, promotores e fundos imobiliários, ao mesmo tempo que os preços continuam a subir.
Os contribuintes individuais das zonas afetadas pelo mau tempo, tal como as empresas, podem adiar, sem penalizações, o cumprimento de um conjunto de obrigações fiscais. O mesmo acontece com os contabilistas certificados, mesmo que os seus clientes sejam de outras localidades. Veja o que está em causa no IRS.
Arrendar casa nestas áreas metropolitanas exige taxas de esforço superiores a 50% do rendimento médio familiar.
Portugueses voltam às urnas no próximo domingo e a SÁBADO explica-lhe o que defendem os dois candidatos presidenciais em temas como saúde, imigração ou habitação.
Segundo confirmou esta terça-feira uma testemunha no julgamento.
Fecharam 46 salas num só ano, muitas delas multiplexes dentro de centros comerciais. Mas nem tudo está perdido - em cinemas onde há programação consistente, faltam lugares vagos
Nos próximos 10 anos, a UE terá de construir cerca de 650 mil novas habitações por ano, o que implica um investimento público e privado de 150 mil milhões de euros anuais.
Há uns anos, perante uma mudança de residência para o outro lado do Tejo recebiam-se apenas comentários preconceituosos. Porém, longe vai a imagem de dormitório da capital – hoje, todos realçam a vida sossegada e o preço mais acessível das casas. Mas ainda há grandes projetos pensados para o território, que teimam em não sair do papel.
Portugueses vão às urnas no dia 18 de janeiro. Isto é o que defende cada candidato presidencial nos temas da saúde, imigração, habitação ou defesa.
Não faltam mordomias: piscinas aquecidas, spas, segurança 24 horas. As mensalidades dos condomínios disparam na mesma medida, até aos €3.000, que poucos portugueses podem pagar. Brasileiros e norte-americanos dominam a procura. E há quem viva em antigos cinemas e sedes de jornais, convertidos em habitação de luxo com concierges.
O preço das casas continua a disparar na Europa, e Portugal não escapa. O território nacional registou uma subida de 169% entre 2015 e o terceiro trimestre de 2025.