Trump ataca Zelensky: "É altura de a Ucrânia encontrar outro presidente"
O presidente ucraniano tinha criticado o presidente norte-americano por chegar a acordo com a Rússia sobre combustíveis.
O presidente ucraniano tinha criticado o presidente norte-americano por chegar a acordo com a Rússia sobre combustíveis.
"Este não é o momento para aliviar a pressão sobre a Rússia e a Europa não o fará", declarou a alta-representante da UE para os Negócios Estrangeiros.
Ataque causou um incêndio num terminal responsável pelo armazenamento e bombagem de combustível da refinaria de Novoshakhtinsk, que já tinha sido atingida por drones ucranianos em julho.
Presidente dos EUA quer baixar os preços dos combustíveis e fez acordo com inimigo da Ucrânia.
Presidente ucraniano considera que este alívio vai contribuir para Vladimir Putin "travar a guerra durante mais tempo".
Desde o final de fevereiro os preços do gás aumentaram 140%, enquanto os preços do gasóleo duplicaram.
A capital ucraniana tem sido um alvo frequente nas últimas semanas e os ataques russos atingiram, inclusive, pontes, provocando grandes congestionamentos de circulação.
O consumo de gasóleo e gasolina passou de 564 mil toneladas em julho para 506 mil toneladas em agosto.
A Anarec aponta para uma descida de três cêntimos nos dois tipos de combustível, o que colocaria a gasolina simples 95 nos 2,066 euros.
A variação final está, no entanto, dependente do valor do fecho de hoje.
A votação permitirá ao Kremlin apurar a eficácia de enquadramento institucional dos órgãos de poder.
Os comentários surgiram depois de Trump ter referido que a Rússia e a Ucrânia tinham concordado em “não atacar” as infraestruturas energéticas.
"Está agora a ser preparado um conjunto de apoios que já tivemos e que acabou a 30 de junho e que vamos retomar", afirmou Maria da Graça Carvalho.
Informação avançada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. Equipa diplomática está em segurança.
Dias antes, as autoridades russas admitiram que o país está a viver a "segunda fase" da crise dos combustíveis devido à intensificação dos ataques ucranianos às infraestruturas petrolíferas.
Vladimir Putin declarou durante uma entrevista televisão estatal russa que os ataques a alvos civis “causam danos económicos e perdas”, mas não representam “qualquer ponto de viragem” no conflito, garantindo que Kiev “nunca obterá vantagem”.