Queda de grua na Figueira da Foz obriga a realojamento de seis pessoas: veja as imagens
Uma grua caiu esta noite sobre cinco prédios no centro da Figueira da Foz. Seis pessoas tiveram de ser realojadas.
Uma grua caiu esta noite sobre cinco prédios no centro da Figueira da Foz. Seis pessoas tiveram de ser realojadas.
Uma grua caiu sobre cinco prédios, tendo sido necessário retirar os moradores e realojar seis pessoas.
A polícia nigeriana usou gás lacrimogéneo para dispersar um protesto, esta quarta-feira, em Lagos. Os manifestantes exigem compensações após a demolição das suas casas e acusam o governo estadual de avançar com os despejos sem aviso prévio, indemnizações ou soluções de realojamento.
Das seis pessoas afetadas, quatro foram para casas de amigos ou familiares.
Segundo foi revelado pela Guarda Nacional Republicana.
Maioria das ocorrências deveu-se a quedas de árvores, inundações de estruturas ou superfícies por precipitação intensa, limpezas de via, queda de estruturas e movimentos de massa.
Em cerca de dois pisos, estavam montados 19 quartos e cada um albergaria duas pessoas.
Proteção Civil registou quase 400 ocorrências no arquipélago.
O autarca agradeceu à presidente cessante da Assembleia Municipal, Rosário Farmhouse (eleita pelo PS), pelo trabalho "para as pessoas, acima dos partidos".
As ilhas dos grupos Central (Pico, Faial, Graciosa, Terceira e São Jorge) e Ocidental (Flores e Corvo) estiveram sob aviso vermelho (o mais grave numa escala de três), devido a precipitação, vento e agitação marítima.
Dezenas de pessoas ficaram feridas, entre elas estão quatro bombeiros.
Não é de agora, nem é exclusivo do Talude. Há quem pague por uma "casa" de madeira e chapa em Odivelas, Almada e Setúbal. Os vendedores são membros da comunidade.
Luís Montenegro manifestou solidariedade com a população afetada pelos incêndios que se têm registado pelo país há mais de uma semana e deixou também um agradecimento a todas as forças de segurança, proteção civil e bombeiros que têm participado no combate aos fogos.
Praias com poucos banhistas e os melhores petiscos do Algarve. E ainda uma viagem ao tempo em que acabaram as barracas em Lisboa.
O empurrão de Mário Soares, a “surpresa” que Isaltino guardou em Oeiras para a TV e o despertar de Cavaco: como nasceu o maior plano de habitação da democracia portuguesa.
A demolição de habitações precárias no Bairro do Talude., sem qualquer garantia de realojamento, representa o bolor civilizacional, é um lanho profundo na sociedade e na consciência comunitária.