Marine Le Pen vai candidatar-se às presidenciais de França de 2027
Anúncio surge horas depois de tribunal ter reduzido a pena a que a líder da extrema-direita Le Pen tinha sido condenada em 2025 por desvio de fundos europeus.
Anúncio surge horas depois de tribunal ter reduzido a pena a que a líder da extrema-direita Le Pen tinha sido condenada em 2025 por desvio de fundos europeus.
Numa audiência no Palais de Paris, o Tribunal de Recurso reduziu a pena a que Marine Le Pen tinha sido condenada em 2025 por desvio de fundos europeus. O que lhe permite candidatar-se, novamente, à Presidência da República.
A guerra com o Irão tem custado alguns apoios políticos a Donald Trump por parte da direita nacionalista europeia. O investigador Riccardo Marchi explica o verdadeiro motivo das críticas.
Trump nunca soube muito bem o que quer com a guerra ao Irão. Mas parece cada vez mais claro que tenta uma saída rápida que lhe permita decretar algum tipo de "vitória" (seja lá o que isso for). Netanyahu, com objetivos muito mais definidos, fará tudo para prolongar os EUA envolvidos na agressão. Pelo meio, Zelensky, percebendo os riscos das vantagens para a Rússia do aumento do preço dos combustíveis fósseis, fez jogada diplomática de mestre na Arábia Saudita.
Extrema-direita impôs-se em várias cidades de média dimensão do sul, como Castres ou Carcassonne, mas não conseguiu conquistar grandes vitórias como Toulon, Nîmes ou Marselha.
Surgem dissidências à direita da direita, cada vez mais extremas e cada vez menos eleitoralmente viáveis, como frutos que caem da árvore antes de maduros.
Christine Lagarde recebeu em Nova Iorque o Prémio Wolfgang Friedmann, atribuído anualmente pela Universidade de Columbia.
A seguir às eleições, André Ventura proclamou-se líder da direita, mas dirigentes admitem derrota mascarada. Fala-se de necessidade de reorganização, como Marine Le Pen em 2017.
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
Primeiro-ministro não está a conseguir lidar com a apresentação de duas moções de censura.
Ex-presidente francês lançou um livro onde conta como foram os seus dias atrás das grades. Revelou que recusava fazer a caminhada de uma hora pelo pátio, que mais parecia uma "jaula", e que fazer passadeira na sala de desporto era o seu "oásis".
A queda do socialismo enquanto força dominante em muitos países europeus não se deu de forma abrupta, mas através de um processo gradual de desgaste.
Para a nova direita radical populista, que avança numa Europa em que “o centro está a desaparecer”, a ideia económica de que o mercado resolve tudo morreu, sublinha Jaime Nogueira Pinto – e o wokismo é alimento para crescer.
Era do PSD e votava em Sócrates, mas foi no populismo que vingou. Ressentido com uma “traição” de Montenegro, Ventura demitiu-se de vereador em Loures e criou o Chega com amigos – que já saíram do partido. Uma história com falsificações, dívidas pagas pelo próprio e “facadas nas costas”.
Os que não consideravam assim tão trágica a vitória da extrema-direita, mesmo que não votassem nela, estão agora arrepiados com os resultados do senhor Mélenchon como se isso fosse pior, ou uma mesma coisa. Não é, até porque Mélenchon dificilmente governará.
Que coligação é esta que conseguiu "roubar" o primeiro lugar à extrema-direita na segunda volta? E quem vai governar a França depois deste resultado tripartido?