Eurodeputado francês Raphael Glucksmann planeia anunciar hoje candidatura às presidenciais
Uma candidatura implicará o afastamento da sua companheira, a jornalista franco‑libanesa Léa Salamé, da apresentação do telejornal da emissora France 2.
Uma candidatura implicará o afastamento da sua companheira, a jornalista franco‑libanesa Léa Salamé, da apresentação do telejornal da emissora France 2.
Anúncio surge horas depois de tribunal ter reduzido a pena a que a líder da extrema-direita Le Pen tinha sido condenada em 2025 por desvio de fundos europeus.
Numa audiência no Palais de Paris, o Tribunal de Recurso reduziu a pena a que Marine Le Pen tinha sido condenada em 2025 por desvio de fundos europeus. O que lhe permite candidatar-se, novamente, à Presidência da República.
A guerra com o Irão tem custado alguns apoios políticos a Donald Trump por parte da direita nacionalista europeia. O investigador Riccardo Marchi explica o verdadeiro motivo das críticas.
Trump nunca soube muito bem o que quer com a guerra ao Irão. Mas parece cada vez mais claro que tenta uma saída rápida que lhe permita decretar algum tipo de "vitória" (seja lá o que isso for). Netanyahu, com objetivos muito mais definidos, fará tudo para prolongar os EUA envolvidos na agressão. Pelo meio, Zelensky, percebendo os riscos das vantagens para a Rússia do aumento do preço dos combustíveis fósseis, fez jogada diplomática de mestre na Arábia Saudita.
Extrema-direita impôs-se em várias cidades de média dimensão do sul, como Castres ou Carcassonne, mas não conseguiu conquistar grandes vitórias como Toulon, Nîmes ou Marselha.
Surgem dissidências à direita da direita, cada vez mais extremas e cada vez menos eleitoralmente viáveis, como frutos que caem da árvore antes de maduros.
Christine Lagarde recebeu em Nova Iorque o Prémio Wolfgang Friedmann, atribuído anualmente pela Universidade de Columbia.
A seguir às eleições, André Ventura proclamou-se líder da direita, mas dirigentes admitem derrota mascarada. Fala-se de necessidade de reorganização, como Marine Le Pen em 2017.
O líder do Chega fez campanha nos escombros da depressão Kristin e na sua terra natal, em Mem Martins. Reportagem nos bastidores da corrida.
Primeiro-ministro não está a conseguir lidar com a apresentação de duas moções de censura.
Ex-presidente francês lançou um livro onde conta como foram os seus dias atrás das grades. Revelou que recusava fazer a caminhada de uma hora pelo pátio, que mais parecia uma "jaula", e que fazer passadeira na sala de desporto era o seu "oásis".
A queda do socialismo enquanto força dominante em muitos países europeus não se deu de forma abrupta, mas através de um processo gradual de desgaste.
Para a nova direita radical populista, que avança numa Europa em que “o centro está a desaparecer”, a ideia económica de que o mercado resolve tudo morreu, sublinha Jaime Nogueira Pinto – e o wokismo é alimento para crescer.
Era do PSD e votava em Sócrates, mas foi no populismo que vingou. Ressentido com uma “traição” de Montenegro, Ventura demitiu-se de vereador em Loures e criou o Chega com amigos – que já saíram do partido. Uma história com falsificações, dívidas pagas pelo próprio e “facadas nas costas”.
Os que não consideravam assim tão trágica a vitória da extrema-direita, mesmo que não votassem nela, estão agora arrepiados com os resultados do senhor Mélenchon como se isso fosse pior, ou uma mesma coisa. Não é, até porque Mélenchon dificilmente governará.