Sábado – Pense por si

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

O pó azul, feito a partir da lápis-lazúli, era proveniente das minas do Afeganistão
Sónia Bento

A cor mais valiosa do mundo

Feita a partir da pedra lápis-lazúli, o "azul ultramarino" foi a tinta mais procurada pelos pintores renascentistas para as obras religiosas e retratos dos reis e imperadores.

Carlos Torres

Sondagem: Como foram eleitos os portugueses mais importantes

D. Afonso Henriques foi o mais votado nesta consulta popular que elegeu as maiores figuras da História de Portugal, surgindo destacado de outras personagens famosas. Luís de Camões, Ramalho Eanes e até Cristiano Ronaldo também aparecem no top das preferências. Se formos analisar por regiões, o avançado do Al-Nassr surge em 1º lugar no Alentejo.

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Sónia Bento

Os reis e rainhas mais trabalhadores do mundo

Alberto do Mónaco e Felipe VI foram os chefes das monarquias mais ativos e a Rainha Máxima, da Holanda, é a mulher com a agenda mais preenchida. Já no Reino Unido, Kate – que esteve ausente por doença – e William estão no fim do ranking.

Sónia Bento

Quem são as rainhas e princesas mais gastadoras?

De Charlene do Mónaco a Kate Middleton, passando por Letizia de Espanha ou Máxima da Holanda, saiba quanto as rainhas e princesas gastaram em roupa, acessórios e joias, em 2024.

Lucília Galha

O maior colecionador de joias

Kazumi Arikawa passa despercebido fora do mundo da joalharia, mas tem um acervo avaliado em quase 500 milhões de euros.

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