Líder do PCP quer subir pensões contra "brutal aumento do custo de vida"
O PCP já tinha anunciado que vai propor no parlamento um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho.
O PCP já tinha anunciado que vai propor no parlamento um aumento intercalar de 50 euros para todas as pensões a partir de 01 de julho.
O Grupo Parlamentar quer que esta proposta abranja todos os pensionistas e refere que, "ao contrário dos suplementos extraordinários que os governos têm decidido, consolida no montante global de cada pensão e no cálculo da sua evolução futura".
Montenegro defendeu a necessidade de aumentar a produtividade do país e argumentou que esse crescimento será um dos resultados do conjunto de alterações à lei laboral proposto pelo Governo.
O primeiro-ministro e o líder do Chega trocaram acusações em torno do programa Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR).
O último debate quinzenal, realizado a 15 de abril, ficou marcado pelas críticas da oposição à forma como o Governo tem respondido ao aumento dos preços dos combustíveis e bens essenciais na sequência da guerra no Irão e pela legislação laboral, temas que deverão voltar à discussão parlamentar.
Rui Rocha apontou que a lotação prevista é de cerca de 90 reclusos, mas disse ser recorrente que ali estejam 140 ou 150.
Líder do PS criticou também a decisão de reduzir o desconto no ISP do gasóleo e a "imoralidade do Estado" ganhar dinheiro com a crise.
Líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, considerou que o Governo "podia ter ido mais longe" no combate ao aumento dos preços.
Líder do Chega referiu que "311 milhões de euros foram alienados do PRR e coisas como o Hospital Oriental de Lisboa já não vão avançar".
Primeiro-ministro voltou a ser alvo de críticas por parte de André Ventura e anunciou três novas medidas de apoio aos portugueses.
Primeiro-ministro recusou as acusações.
A primeira intervenção do debate quinzenal caberá à Iniciativa Liberal, partido que tem pressionado Luís Montenegro para levar já ao parlamento a reforma da legislação laboral.
No dia 18, o primeiro-ministro anunciou uma comparticipação de 25 euros na botija de gás solidária para os próximos três meses face ao impacto da guerra no Médio Oriente.
Entre um Governo “reformista” e uma Inspeção-Geral de Finanças aldrabona, vamos voltar à era dourada da rapina.
O secretário-geral do Partido Socialista (PS) afirmou esta quarta-feira, durante o debate quinzenal no Parlamento, que as matérias em discussão no pacote de reforma laboral são "muito sensíveis", garantido que há propostas que o partido nunca aceitará.
O primeiro-ministro, durante o debate quinzenal na Assembleia da República, afirmou que foi uma "autorização condicionada" e que Portugal não esteve envolvido na "ação militar".