250 anos dos EUA: Canções e discos que espelham a nação
De "Thriller" (1982) a "Nirvana" (1991), escolhemos 19 discos e canções que ajudam a retratar os Estados Unidos da América a várias dimensões.
De "Thriller" (1982) a "Nirvana" (1991), escolhemos 19 discos e canções que ajudam a retratar os Estados Unidos da América a várias dimensões.
Além de Beyoncé, que contava hoje com 11 nomeações, Kendrick Lamar, Shakira, Billie Eilish, Chappell Roan, Doechii, Sabrina Carpenter e Charli xcx pontuaram entre as estrelas da noite.
A Academia Portuguesa de Cinema apelou à proteção do edifício histórico. "Já estamos cansados de ver o nosso património cinematográfico ser transformado em coisas completamente diferentes, como restaurantes e hotéis", disse à SÁBADO Paulo Trancoso, presidente da academia.
O produtor, compositor e multi-instrumentista trabalhou com músicos de jazz, música ligeira e pop. Foi também um bon vivant e um modelo da ideia do “sonho americano”.
O compositor trabalhou com alguns dos maiores artistas musicais do século XX, incluindo Frank Sinatra, Michael Jackson ou Ray Charles. Tinha 91 anos.
Casada com João Gilberto, Astrud foi uma das principais vozes do bossa nova, sendo responsável pela internacionalização da composição. A versão inglesa vendeu cinco milhões de cópias. Astrud recebeu 120 dólares.
"Ennio, o Maestro", documentário de Giuseppe Tornatore sobre um dos maiores compositores para cinema, Ennio Morricone, é uma travessia apaixonada ao muito que este nos legou. Já pode ser visto nos cinemas.
Dois anos depois de After Hours, chega esta sexta feira ao mercado Dawn FM, o 5.º disco de estúdio do canadiano Abel Tesfaye.
A sex symbol do cinema norte-americano, nomeada para um Óscar por Casino, diz que teve de aprender a falar “à homem” para sobreviver. Lançou uma biografia polémica e ficou sem agente.
Série do autor de La La Land arranca com um episódio triunfante e é deveras recomendável, especialmente para fãs de jazz
O cantor norte-americano diz que nestes tempos difíceis faz todo o sentido repetir o projeto de 1985.
A norte-americana tinha uma carreira com 50 anos, que se destacou sobretudo nas séries "The Mod Squad", em finais da década de 1960, e em "Twin Peaks", dos anos 1990, onde desempenhava o papel de Norma Jennings.
Filho e neto de instrumentistas e compositores, o namoro de juventude com a música clássica e o flirt de uma vida com o jazz permitiram-lhe agarrar na pose piegas da chanson e emprestar-lhe uma esperança agridoce que, em 1964, já servia como contracorrente da insurreição dos sixties
Comediante casou sete vezes com cinco mulheres diferentes e teve sete filhos.
O produtor Quincy Jones falou do relacionamento entre os dois em entrevista. Informação foi confirmada por Jennifer Pryor.
Michael Jackson roubava canções. Os Beatles não tocavam nada. Os U2 já não fazem boa música. O rap não presta. Quem o diz não somos nós. É o lendário produtor Quincy Jones que até sabe quem matou Kennedy.