PSD elege três membros para Conselho de Estado, Chega um e PS também um
Pelo PSD, foram eleitos a antiga ministra "Leonor Beleza, e os presidentes das câmaras de Lisboa e do Porto, respetivamente Carlos Moedas e Pedro Duarte".
Pelo PSD, foram eleitos a antiga ministra "Leonor Beleza, e os presidentes das câmaras de Lisboa e do Porto, respetivamente Carlos Moedas e Pedro Duarte".
Está ainda a ser negociado um quarto nome.
PSD e Chega anunciaram ter chegado a um acordo quanto a este diploma e outro que altera a lei da nacionalidade.
Votos a favor do PSD, Chega, IL e CDS garantiram a aprovação da lei.
A nova proposta do PSD mantém a perda de nacionalidade, mas reduz o leque de crimes que podem levar a esta pena.
A apresentação de listas terá de ser feita até 2 de abril.
Se o acordo PSD-Chega for para a frente, o PS pode passar de cinco juízes para três. "Acordo de cavalheiros" de 40 anos em risco de ruir.
A abertura do inquérito tinha sido determinada pelo presidente da Assembleia da República na sequência da participação contra a deputada do PS Eva Cruzeiro feita pelo deputado do Chega Filipe Melo, à qual se associou depois o partido.
Começa na Assembleia da República, vai durar dois dias, e vai passar por Arganil, Guimarães e Porto.
O requerimento do PS foi aprovado pela comissão, com a abstenção do PSD e do Chega, e perante críticas do deputado social-democrata Paulo Neves, que acusou o PS de partidarizar este tema.
Os socialistas referem que não podem "por coerência e responsabilidade, contribuir para um modelo de governação que normalize a presença de uma força política cujas posições são incompatíveis com os valores democráticos e humanistas.
José Carlos Barbosa qualificou como "pateta" o dirigente do Chega, o que levou este último a apresentar uma queixa contra o deputado socialista.
No papel, é uma solução que visa “estabilidade”. Na realidade, é um pacto cheio de contradições, construído em cima de oito anos de antagonismo feroz.
Foram dois meses de trabalho intenso para os deputados que vão agora de férias. Mas que dossiers passam para a próxima sessão legislativa?
"Ninguém ficou para trás. Só aqueles que quiseram ficar, efetivamente", declarou a vereadora com o pelouro da Habitação, durante uma reunião do executivo municipal.
Já sabíamos que vivemos numa era de ciclos mediáticos muito curtos. Isso já era o caso com a televisão e passou a sê-lo mais ainda com as redes sociais. Todavia, estes meios deveriam permitir-nos confrontar os políticos com o que disseram ou propuseram no passado. Como se diz na gíria, "a internet não esquece".