25 ideias para aproveitar o feriado
Este feriado de 5 de outubro traz um fim de semana prolongado. Entre jantares especiais, espetáculos e oficinas, juntámos sugestões para aproveitar os dias de pausa.
Este feriado de 5 de outubro traz um fim de semana prolongado. Entre jantares especiais, espetáculos e oficinas, juntámos sugestões para aproveitar os dias de pausa.
A newsletter de terça-feira.
Perda de moradores levou a "declínio acentuado no número de alunos", diz à SÁBADO o diretor. Palacete "já não oferecia uma boa relação preço/qualidade para o contribuinte britânico". Venda do edifício por €15 milhões leva à saida do British Council deste local, 84 anos depois
Num mundo que se encaminha para bebidas mais leves e menos alcoólicas, o parente pobre do vinho promete ressurgir: eis a era da sangria, uma receita ibérica que combina com verão.
Dono de cinco restaurantes, corre, nada, anda de bicicleta e matura carne em cera de abelha. Aprendeu cedo que até uma tosta mista rende simpatias. Acompanhámos dois dias da vida do chef.
Pertenceram a importantes famílias aristocráticas, que receberam reis e rainhas e as figuras mais ilustres de diferentes épocas, nos seus salões e jardins. Há os que ainda são habitados por nobres, os que foram transformados em museus ou sedes de instituições e os que estão ao abandono.
A câmara referiu que, "em alguns casos, contentores e papeleiras são remexidos ou mesmo despejados na via pública por pessoas que procuram embalagens abrangidas pelo sistema".
Doze anos depois da abertura, A Cevicheria renovou a carta e reforçou a ligação ao Atlântico. Agora, há atum dos Açores e polvo de Santa Luzia. Tudo sem perder a centralidade do ceviche.
Para descontrair após um dia trabalho ou para recuperar energias depois um dia de praia, não faltam esplanadas em Lisboa e no Porto. Vistas desafogadas, cocktails de autor e petiscos completam a experiência nestes 12 espaços.
Visitam os imóveis, tratam da burocracia com os bancos e até dão conselhos sobre a mobília que combina melhor com a casa. Ainda é um nicho de mercado em Portugal, mas já há quem tenha percebido que este pode ser um negócio com futuro.
Afastado das estrelas Michelin e dos restaurantes, o enfant terrible dos tachos refugia-se no seu monte alentejano, perto de Grândola. Caça, pesca, cozinha em modo primitivo e organiza eventos para pequenos grupos numa estrutura em forma de gaiola.
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
Um espaço branco pode ser austero, não contribuindo para o bem-estar de quem lá reside. Num lar de Orvalho (Castelo Branco), a associação Causa desenvolveu o projeto Dar Cor: os utentes pegaram em rolos e trinchas e ficaram felizes. A coordenadora e arquiteta Lúcia Vaz Pato explica à SÁBADO como se deu a transformação e o projeto em curso noutro lar.
Diplomata de carreira, o ex-chefe de Protocolo do Estado falou-nos do seu novo livro: Esta Coisa da Vida Não é Nada Fácil, em que conta episódios reais de personagens do mundo da diplomacia, que construíram a sua reputação atrás de máscaras.