Espanha suspende acordo Schengen com Itália após crise migratória em Ceuta
Medida entra em vigor já a partir da meia-noite de sábado e consistirá na verificação da identidade e nacionalidade dos viajantes vindos de Itália, na fronteira.
Medida entra em vigor já a partir da meia-noite de sábado e consistirá na verificação da identidade e nacionalidade dos viajantes vindos de Itália, na fronteira.
Em menos de 24 horas, mais de 60 mil migrantes chegaram à fronteira espanhola a nado, entre vivas a Espanha e a Pedro Sánchez. As políticas migratórias do primeiro-ministro espanhol estão na mira da oposição.
A newsletter de terça-feira
Líderes de 22 países europeus acusam o primeiro-ministro espanhol de criar a "perceção de que a entrada ilegal na União Europeia é possível".
A Presidente da Comissão Europeia congratulou-se com o facto de "a grande maioria das pessoas que chegaram de forma ilegal terem regressado a Marrocos".
Fontes do Interior informaram esta manhã que a noite em Ceuta foi normal, que as entradas "pararam totalmente" e que continuaram as saídas para Marrocos.
Dezenas de milhares de migrantes entraram em Ceuta sem passar pelo controlo fronteiriço.
Nas últimas 24 horas, cerca de 49 mil migrantes vindos de Marrocos chegaram a Ceuta de forma irregular, maioritariamente a nado, instalando o caos no território.
À semelhança do que já foi sugerido por Itália e pela Finlândia, na sequência da crise migratória em Ceuta.
Ao longo desta manhã foram retirados do mar mais seis cadáveres.
Como aconteceu durante a madrugada, hoje de manhã continuavam a cruzar a fronteira "numerosas pessoas", escreve a agência Europa Press, e as ruas da cidade de Ceuta "amanheceram com centenas de jovens migrantes a dormir nas ruas enquanto continua a chegada irregular desde Marrocos", descreveu o jornal EL Pais.
As autoridades marroquinas endureceram os controlos para diminuir a pressão sobre a fronteira, mas milhares de pessoas, na sua maioria jovens, refugiaram-se nas colinas próximas e chegaram a atirar pedras às forças de segurança.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou, esta quarta-feira, o regresso de milhares de pessoas a casa após os incêndios que atingiram a região de Madrid. Sánchez alertou, no entanto, que ainda há dez incêndios florestais ativos.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, voltou a insistir, esta terça-feira, na necessidade de um pacto nacional para enfrentar a emergência climática, num momento em que o país trava uma batalha contra os incêndios florestais.
O primeiro-ministro espanhol alertou, esta segunda-feira, que as próximas horas serão decisivas no combate aos incêndios florestais. A subida das temperaturas e o vento podem agravar a situação.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, visitou, este sábado, as equipas que combatem os incêndios na região de Madrid e alertou que “esperam-nos horas difíceis”, devido à evolução do vento e às condições meteorológicas. As chamas já obrigaram à retirada de dezenas de milhares de pessoas.