Libertado segundo português na Venezuela
Médico luso-venezuelano, filho de pai madeirense, foi colocado em liberdade, após cerca de três meses e meio de detenção na Venezuela.
Médico luso-venezuelano, filho de pai madeirense, foi colocado em liberdade, após cerca de três meses e meio de detenção na Venezuela.
Queda do ditador Marcos Jiménez levou o arquiteto a abandonar o seu plano. O que seria um centro comerical acabou por se tornar num local de abusos: prisioneiros eram transferidos para celas muito quentes ou muito frias, algumas tinhas iluminação constante, noutras prevalecia a escuridão.
Delcy Rodríguez defende a realização de uma "grande consulta nacional" para construir um novo sistema de justiça no país.
Os juízes determinaram que as mensagens tinham a intenção de "provocar agitação social, perturbar a paz pública e criar descontentamento entre a população, incitando, assim, ações contra a ordem social estabelecida no país".
Tinha sido bloqueada por Nicolás Maduro.
Governo afirma que 116 saíram em liberdade mas não revela os nomes.
Diógenes Angulo foi libertado da prisão e voltou a abraçar a família, sem saber ainda que Nicolás Maduro tinha sido afastado do poder dias antes. A sua libertação acontece num contexto de libertações de presos políticos que o governo venezuelano diz visar a “pacificação” do país, após pressão dos Estados Unidos.
O polícia, um agente do estado venezuelano de Portuguesa, a cerca de 400 quilómetros a oeste de Caracas, tinha mais de 20 anos de serviço e tinha sido detido em 09 de dezembro por ter “partilhado mensagens críticas ao regime e ao governador do estado”.
Segundo o balanço mais recente da Foro Penal, o número de presos políticos incluía 86 pessoas com nacionalidade estrangeira ou com dupla nacionalidade, entre os quais cinco lusovenezuelanos.
Não se sabe, por enquanto, quem será libertado nem quantas pessoas sairão em liberdade.
O dirigente da oposição venezuelana, que vive exilado em Espanha, na sequência das eleições de 2024, fez "um apelo sereno e claro" sublinhando "que o seu dever é cumprir e fazer cumprir o mandato soberano expresso em 28 de julho de 2024".
Questionado sobre Edmundo González, candidato da oposição que reclama a vitória nas eleições presidenciais de julho de 2024, Rangel considerou tratar-se de "uma solução a prazo perfeitamente aceitável, talvez a preferível".
María Corina Machado foi impedida de se candidatar às eleições de 2024 pelo regime de Nicolás Maduto.
Segundo o Fórum Penal, a Venezuela tem 887 pessoas presas por motivos políticos, 770 homens e 117 mulheres, dos quais 713 são civis e 174 militares, incluindo quatro adolescentes.
Além de água, máscaras e kits de primeiros socorros, os opositores recomendam apagar as mensagens dos telemóveis e não fazer vídeos ou transmissões ao vivo que possam servir para identificar outras pessoas.
A denúncia foi feita no âmbito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que se assinala na terça-feira, e no âmbito da campanha “Elas não estão sozinhas”.