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Rita Rato não vai para o desemprego. Entrou para os quadros da câmara num processo secreto

Marco Alves
Marco Alves 07 de abril de 2026 às 23:00

A agora ex-diretora do museu do Aljube passou a técnica superior através de um processo interno que não foi a reunião do conselho de administração da EGEAC, como era obrigatório. A decisão foi de Joana Gomes Cardoso, filha de Ana Gomes e na altura presidente da EGEAC

Rita Rato não foi reconduzida na direção do museu do Aljube, mas não vai para o desemprego. A ex-deputada comunista pertence aos quadros da EGEAC, a empresa da câmara de Lisboa que gere os equipamentos culturais da cidade, devido a um processo de contratação secreto ocorrido em setembro de 2021, duas semanas antes das Autárquicas – que acabariam por destronar o PS da câmara.

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