Putin e príncipe herdeiro saudita debatem crise do petróleo
Líderes estão a discutir vias para solucionar a situação.
Líderes estão a discutir vias para solucionar a situação.
Mais de vinte líderes mundiais estão reunidos no Egito para apoiar o cessar-fogo alcançado em Gaza, encontrar uma forma de terminar a guerra e desenvolver uma visão de longo prazo para a reconstrução do enclave.
Os vizinhos de Gaza e da Cisjordânia acolheram refugiados palestinianos depois da Nakba e da Guerra dos Seis Dias, mas agora rejeitam o plano de Donald Trump para a retirada de palestinianos dos territórios: temem que tal impeça a construção de um estado palestiniano.
Proposta passa por construir casas para os refugiados noutros países. O presidente dos EUA entretanto já iniciou conversações com o rei da Jordânia e planeia fazer o mesmo com o presidente do Egito.
"O cessar-fogo permitirá aliviar o sofrimento das populações envolvidas", lê-se numa publicação do Ministério dos Negócios Estrangeiros na rede social X.
Numa reunião à margem da Conferência de Investimento UE-Egito, ambos concordaram que "alcançar uma solução global e justa para a questão palestiniana, baseada na solução de dois Estados, um israelita e outro palestiniano.
A declaração da parceria inclui a promessa de que ambas as partes "continuarão a trabalhar no sentido de promover a democracia, as liberdades fundamentais e os direitos humanos, igualdade de género e igualdade de oportunidades".
"O que está a acontecer agora é uma guerra que Israel lançou para destruir o Hamas. Portanto, mesmo que o Hamas decida atenuar a situação, os israelitas vão continuar a tentar atingir os seus objetivos", diz à Lusa Hage Ali.
Mahmoud Abbas ocupa o cargo há quase duas décadas e tem recusado a realização de eleições no território administrado pela autoridade no meio da ocupação israelita da Cisjordânia.
A entrega de ajuda será supervisionada pela ONU, revelou o ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio.
Presidente dos EUA irá defender a criação de corredores humanitários e estão a ser recolhidas informações para perceber o autor do ataque ao hospital.
Secretário de estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, garante que "o Presidente reafirmará a solidariedade dos Estados Unidos para com Israel".
O poder político dos estados nem sempre reconhece, aceita, compreende ou aplica os dados que lhe são passados pelos serviços secretos. Daí à catástrofe pode ser um passo. Mas há outras causas para este holocausto no Próximo Oriente.
Ataques terroristas, operações militares, massacres, a guerra israelo-palestiniana tem sido marcada por violações dos direitos humanos e do direito internacional.
Comunicado final do evento assinala o acordo sobre a necessidade de "indemnizações por prejuízos causados pela política colonialista" e "a reestruturação do sistema financeiro global".
Alaa Abd el-Fattah entrou em greve de fome a 2 de abril e, no dia em que arrancou a cimeira do clima, anunciou que ia agravar o protesto.