Sábado – Pense por si

Muitos portugueses escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda
Bruno Faria Lopes

"Retornados": histórias dos que não voltaram a Portugal

Milhares de portugueses que saíram de Angola e de Moçambique há 50 anos não vieram para Portugal ou apenas passaram pelo país. Muitos já tinham nascido em África. Houve quem voltasse mais tarde, mas vários continuam fora, onde se relançaram. Escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda.

Bruno Faria Lopes

As sagas de quem fugiu de Angola há 50 anos

Partiram em colunas de mil carros, com bebés e crianças, atravessando a guerra e a natureza hostil. Saíram de traineira para a Namíbia e para Portugal. Penaram durante meses em campos de refugiados. Meio século depois contam o que viveram como se tivesse sido ontem.

Raquel Lito

O esconderijo da superestrela Fernanda Torres em Lisboa

A poucos dias dos Óscares, a 2 de março, a nomeada ao prémio faz viagens-relâmpago à capital para saborear novamente o anonimato. Tem casa perto do Cais do Sodré. Quando sai à rua, aceita os pedidos de selfies dos fãs e mistura-se com os locais. Não resiste ao pão de sementes numa padaria da Bica e perde-se pelos peixinhos da horta do Pap’Açorda.

No país emerso

Ativismo pelo clima, em Portugal e na Europa

Num país envelhecido como Portugal, com fraca cultura de manifestação, é natural a resistência ou a antipatia de muitos aos protestos pelo clima. E vários ativistas têm alertado para restrições excessivas de direitos fundamentais de expressão e manifestação dos ativistas pelo clima no resto da Europa.

A família Pinto Basto

Hoje cerca de 3 mil, os Ferreira Pinto Basto são uma família que revolucionou Portugal, construindo uma longa dinastia comercial e industrial. E ainda: entrevistas com o deputado Diogo Pacheco de Amorim e António Oliveira - o treinador do Cuiabá fala da experiência no Brasileirão e recorda algumas histórias com o pai, Toni, antiga glória do Benfica.

Maria Henrique Espada

Budanov, o mocho de estilo Mossad

Matou Darya Dugina? “É melhor mudar de assunto”, respondeu, mas vai “continuar a matar russos”. Também já tentaram matá-lo a ele. Explosões na Rússia ou na ponte de Kerch: o suspeito é Kyrylo Budanov, o ousado mas polémico diretor dos serviços secretos.

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