Força Aérea fez em 2025 mais 5% de resgates e salvamentos
Instituição adiantou ainda ter resgatado 101 pessoas em terra e no mar, mais 60 do que em 2024.
Instituição adiantou ainda ter resgatado 101 pessoas em terra e no mar, mais 60 do que em 2024.
Milhares de portugueses que saíram de Angola e de Moçambique há 50 anos não vieram para Portugal ou apenas passaram pelo país. Muitos já tinham nascido em África. Houve quem voltasse mais tarde, mas vários continuam fora, onde se relançaram. Escaparam ao rótulo de "retornado", mas não ao sentimento de perda.
As histórias de quem fugiu da violência em 1975 em colunas de mais de mil carros ou de traineira para Portugal. E informação sobre a alergia alimentar mais comum nos mais novos.
Partiram em colunas de mil carros, com bebés e crianças, atravessando a guerra e a natureza hostil. Saíram de traineira para a Namíbia e para Portugal. Penaram durante meses em campos de refugiados. Meio século depois contam o que viveram como se tivesse sido ontem.
A poucos dias dos Óscares, a 2 de março, a nomeada ao prémio faz viagens-relâmpago à capital para saborear novamente o anonimato. Tem casa perto do Cais do Sodré. Quando sai à rua, aceita os pedidos de selfies dos fãs e mistura-se com os locais. Não resiste ao pão de sementes numa padaria da Bica e perde-se pelos peixinhos da horta do Pap’Açorda.
A propósito de manifestações e dissidências, justas ou demagógicas, volta a lembrar-se que a nossa história do século XX está cheia de episódios de emigrantes e imigrantes
A newsletter de quinta-feira.
Chamaram-lhes "retornados", até em documentos e organismos oficiais, e com esse designativo foram para sempre crismados, em detrimento de outros, porventura mais problemáticos, como "repatriados", "desalojados" ou, como muitos deles preferem, "espoliados".
Excerto do evoluir dos acontecimentos que levaram ao início da ponte aérea de retornados: raptos, mortes, assaltos, condições desumanas, abandono, uma guerra civil iminente e uma certa "degradação moral". O livro está à venda a partir de 3 de setembro.
Incidentes na Nova Caledónia agravaram-se na segunda-feira, após ter sido apresentado um novo projeto de lei adotado em Paris, que determina que residentes franceses que vivem no arquipélago há dez anos sejam autorizados a votar nas eleições locais.
Um avião Hércules C130 lançou, de uma altura de cerca de mil metros, quatro toneladas de alimentos sobre Gaza, informou a força aérea alemã.
Num país envelhecido como Portugal, com fraca cultura de manifestação, é natural a resistência ou a antipatia de muitos aos protestos pelo clima. E vários ativistas têm alertado para restrições excessivas de direitos fundamentais de expressão e manifestação dos ativistas pelo clima no resto da Europa.
Falámos com especialistas de várias áreas para perceber como comer para ter melhor saúde; e mergulhámos em arquivos para ir buscar uma história perdida, mas incrível.
Hoje cerca de 3 mil, os Ferreira Pinto Basto são uma família que revolucionou Portugal, construindo uma longa dinastia comercial e industrial. E ainda: entrevistas com o deputado Diogo Pacheco de Amorim e António Oliveira - o treinador do Cuiabá fala da experiência no Brasileirão e recorda algumas histórias com o pai, Toni, antiga glória do Benfica.
Matou Darya Dugina? “É melhor mudar de assunto”, respondeu, mas vai “continuar a matar russos”. Também já tentaram matá-lo a ele. Explosões na Rússia ou na ponte de Kerch: o suspeito é Kyrylo Budanov, o ousado mas polémico diretor dos serviços secretos.
Operação foi realizada "em colaboração com outros países europeus e aliados", tendo sido criada "uma ponte aérea internacional autorizada a chegar à base militar em Djibuti", indicou governo italiano.