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O padrão é o mesmo: em Portugal legisla-se mal, sem planear políticas públicas, sem identificar com rigor os problemas, sem fundamentar as propostas de solução, sem medir os impactos do que foi feito.
O padrão é o mesmo: em Portugal legisla-se mal, sem planear políticas públicas, sem identificar com rigor os problemas, sem fundamentar as propostas de solução, sem medir os impactos do que foi feito.
Os partidos políticos não são associações privadas vulgares. Têm natureza, função e fins constitucionais, pois, selecionam candidatos, formam elites dirigentes, integram governos, compõem parlamentos, autarquias, empresas públicas, gabinetes, procedem a nomeações de cargos políticos e altos cargos públicos e definem ou influenciam políticas públicas.
Trump tenta ir de drama em drama para disfarçar a sua total e manifesta incapacidade de desenvolver políticas públicas estruturadas. Sem soluções para a inflação que ele próprio criou pela aventura irresponsável no Irão, o Presidente dos EUA afunda-se num segundo mandato errático, incompetente e impopular. Nada que não se adivinhasse. Só não viu quem não quis ver. Onde andavam no primeiro mandato?
É preciso dar confiança aos cidadãos de que a criação das regiões administrativas não serve para criar mais lugares para os políticos, mas para verdadeiramente melhorar as suas vidas, através de políticas públicas mais eficientes e que respondam mais rapidamente às necessidades que sentem em cada local. Há 10 anos, ninguém acreditava que uma tão vasta descentralização de competências para os municípios poderia funcionar.
O mundo foi, durante décadas, desenhado com um padrão implícito: o corpo masculino. Esse facto — tantas vezes invisível — continua a influenciar a ciência, a tecnologia, o design de produtos e até algumas políticas públicas.
O ex-ministro da Saúde alerta que, sem mais prevenção e maior integração das políticas públicas, os sistemas de saúde terão dificuldade em responder aos impactos das alterações climáticas.
Um preço alto nos combustíveis seria, na teoria económica e climática, exatamente o sinal para acelerar a mudança de políticas públicas de energia e mobilidade. Em vez disso, tornamos uma vez mais a subsidiá-los, como se não existisse alternativa viável.
Na carta divulgada, 17 famílias pedem ao primeiro-ministro australiano para "estabelecer imediatamente uma comissão" e a examinar as "falhas na aplicação da lei, nos serviços de inteligência e nas políticas públicas que levaram ao massacre".
A evolução das políticas públicas de energia e ambiente, desde a década de 70, tem sido positiva, especialmente no domínio da agenda e formulação de políticas, atravessando governos diversos, embora muito por efeito da nossa integração europeia.
Leitão Amaro criticou "uma má prática que existiu em Portugal durante uns anos e que se instalou".
O Serviço Jesuíta aos Refugiados alerta também que "na ausência de um sistema consular robusto, a imigração irregular não desaparecerá - apenas deixará de ser visível e mensurável", "escapando a qualquer controlo formal e dificultando a implementação de políticas públicas eficazes".
Segundo as conclusões do estudo do Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas mais de metade das escolas que proibiram o uso de 'smartphones' relataram uma diminuição do 'bullying' e da indisciplina do 2.º ciclo ao secundário, e na esmagadora maioria os alunos passaram a socializar mais durante os intervalos, a realizar atividade física e a usar os espaços de jogos no recreio.
A UNICEF Portugal defendeu que "as crianças expostas à violência enfrentam maiores dificuldades na escola e nas relações futuras, podendo ter problemas de saúde mental", num caderno entregue aos deputados onde alerta para o impacto direto das políticas públicas na vida das crianças.
A politóloga Sílvia Mangerona disse ainda que o segundo lugar do JPP "é muito sintomático de alguma vontade de mudar, de ver outros rostos, outras lideranças e políticas públicas".
O envelhecimento da população e a queda da natalidade são desafios centrais para o futuro de Portugal. Na keynote “A Nova Demografia a Transformar-nos”, Gonçalo Saraiva Matias, presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, destacou a urgência de repensar as políticas públicas e os serviços de saúde.
O debate sobre a imigração não precisa da demagogia habitual dos extremos à direita e à esquerda, mas da moderação de quem percebe que a Europa não resiste sem políticas públicas credíveis e humanistas. Pedro Nuno Santos parece ter percebido.