Sábado – Pense por si

Fedorov e o dilema ucraniano

A "guerra assimétrica" com que a Ucrânia mudou a equação da agressão russa tinha em Fedorov uma das principais cabeças. A inovação tecnológica foi fundamental, mas Sirsky representa o lado mais pragmático e rígido de encarar o sacrifício militar. A queda do jovem ministro da Defesa mostrou que Zelensky percebe que uma guerra, mesmo com estes dados novos, continua ser uma guerra feita por militares. A Ucrânia já mostrou que consegue resistir a tudo. Resistirá, pois, a mais esta crise traumática.

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Thomas Jefferson
Vasco Rato

Os arquitetos do império

Thomas Jefferson duplicou o território nacional. Por meio da guerra de conquista, James K. Polk forjou um Estado continental. William McKinley criou um império ultramarino. Theodore Roosevelt projetou o poderio bélico dos Estados Unidos para o mundo. Presidentes que forjaram um domínio, do Altântico ao Pacífico.

Erros crassos de homens "fortes"

Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.

Os investigadores André Azevedo Alves, António Costa Pinto e Bruno Ferreira Costa definiram o pódio
Rita Rato Nunes

Um ano de Governo: os melhores e os piores ministros

Pedimos a três analistas políticos para avaliar os governantes tendo em conta as medidas executadas, a capacidade de comunicação e de gestão de crise. Miranda Sarmento vence pela postura “serena e pelo excedente orçamental”. Ana Paula Martins, ministra da Saúde, é o elo mais fraco.

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