Sábado – Pense por si

A lagartixa e o jacaré

Se pararmos para pensar...

“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.

Luísa Oliveira

Lajes: a Base que abalou a Terceira

Carne esgotada por ingleses, dias marcados nos bordéis, crianças vendidas, armazenagem de armas nucleares, solos contaminados - e uma ilha que nunca mais foi a mesma.

Putin será o vencedor no Irão

Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.

A lagartixa e o jacaré

Os passos de Passos

As opções da política externa portuguesa podem ser a favor ou contra a acção americana e israelita, sujeitas a debate e contradição. Mas a base americana nos Açores e a sua utilização no ataque ao Irão é um aspecto distinto dessas opções na medida que há questões de soberania e um tratado, que importa saber se foi ou não cumprido.

Visto de Bruxelas

O exame

O ano de 2026, que só leva 2 meses e uns dias, é já uma eternidade em termos geopolíticos e a UE não parece estar a passar no exame que tem pela frente para se afirmar como um ator global estratégico.

André Ventura depois do discurso de derrota
Alexandre R. Malhado

Derrota de Ventura leva Chega a afinar estratégia

A seguir às eleições, André Ventura proclamou-se líder da direita, mas dirigentes admitem derrota mascarada. Fala-se de necessidade de reorganização, como Marine Le Pen em 2017.

É o fim do mundo como o conhecemos!

O avanço simultâneo de anexações encapotadas e de intervenções militares unilaterais faz de “It’s the End of the World as We Know It” uma descrição amarga de uma ordem internacional que se desfaz e cede, pouco a pouco, à lei do mais forte.

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