UE/Cimeira: Montenegro espera que UE e NATO contribuam para resolver guerra no Irão pela diplomacia
O primeiro-ministro defendeu que tudo o que a UE e a NATO puderem fazer para desescalar a situação no Irão "deve ser feito".
O primeiro-ministro defendeu que tudo o que a UE e a NATO puderem fazer para desescalar a situação no Irão "deve ser feito".
“Este” Israel tem uma capacidade de manipular Trump e foi o que aconteceu. O único limite para essa manipulação, que já teve todos os resultados pretendidos, são os medos de Trump, todos eles associados com os desastres económicos que a guerra provocou, no preço do petróleo, na bolsa e na sua imagem de Capitão América que precisa de proclamar vitória na derrota.
Carne esgotada por ingleses, dias marcados nos bordéis, crianças vendidas, armazenagem de armas nucleares, solos contaminados - e uma ilha que nunca mais foi a mesma.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
Atores russos procuraram retratar Moscovo como "uma alternativa a um Ocidente supostamente decadente em termos morais".
Seria de esperar que a esmagadora votação no actual Presidente da República tivesse levado Luís Montenegro a perceber que a sua aliança tácita com o Chega era um caminho repudiado por uma enorme maioria dos portugueses e portuguesas que votaram nessa eleição.
As opções da política externa portuguesa podem ser a favor ou contra a acção americana e israelita, sujeitas a debate e contradição. Mas a base americana nos Açores e a sua utilização no ataque ao Irão é um aspecto distinto dessas opções na medida que há questões de soberania e um tratado, que importa saber se foi ou não cumprido.
O objetivo é delinear a agenda legislativa para os próximos meses, antes das eleições intercalares de novembro, que decidirão a continuidade do mandato do Presidente americano.
O ano de 2026, que só leva 2 meses e uns dias, é já uma eternidade em termos geopolíticos e a UE não parece estar a passar no exame que tem pela frente para se afirmar como um ator global estratégico.
Sem fugas de informação, não fez convite nenhum para a Casa Civil antes da tomada de posse e divide o tempo entre o escritório e as visitas silenciosas ao terreno.
Ataques deste sábado prometem complicar ainda mais a situação no Médio Oriente.
Presidente do Conselho Europeu manifestou-se ainda convicto de que Seguro irá preservar a relação tradicional de Portugal com a UE.
Dois navios transportam alimentos de primeira necessidade destinados à população civil da ilha, numa viagem marítima com duração estimada de quatro dias.
Magyar disse temer que os seus adversários políticos façam circular uma versão do vídeo alterada e nega ter tido relações homossexuais (lembremo-nos de que é um conservador, pai de três rapazes menores) e ter consumido drogas.
A seguir às eleições, André Ventura proclamou-se líder da direita, mas dirigentes admitem derrota mascarada. Fala-se de necessidade de reorganização, como Marine Le Pen em 2017.
O avanço simultâneo de anexações encapotadas e de intervenções militares unilaterais faz de “It’s the End of the World as We Know It” uma descrição amarga de uma ordem internacional que se desfaz e cede, pouco a pouco, à lei do mais forte.