Debate Presidencial a oito: intrigas, desistências e Justiça em destaque
Num debate em que os candidatos à direita estiveram em maior destaque, Marques Mendes foi o grande alvo.
Num debate em que os candidatos à direita estiveram em maior destaque, Marques Mendes foi o grande alvo.
Candidatos presidenciais estiveram frente-a-frente.
País estava administrativamente 'paralisado' há 43 dias.
É esperado que a aprovação demore "horas, não dias".
Os republicanos do Senado precisam de apenas mais cinco votos para financiar o governo, no entanto ainda não é claro que o consigam.
Uma decisão contra as tarifas seria "devastadora para o nosso país", afirmou Donald Trump.
Amputar o Tribunal de Contas não é fazer a reforma do Estado. É abdicar dela.
É um mistério como é que Montenegro se lembrou do nome de Maria Lúcia Amaral para esta pasta, bem como a origem da ligação da ministra ao PSD, que a indicou para o Constitucional e para o lugar de provedora da Justiça. Para este último cargo, a sugestão veio de Passos Coelho, segundo as escutas da ‘Operação Tutti Frutti’.
O Governo quer introduzir a possibilidade de juízes decretarem, como sanção acessória, a perda de nacionalidade para cidadãos naturalizados há menos de dez anos que cometam determinados "crimes graves" com penas de prisão superiores a cinco anos.
Vão liderar a reforma de Estado e as polícias nacionais. São ambos próximos do PSD apesar de não serem militantes e Gonçalo Matias foi até membro de um executivo laranja no passado.
Na decisão de sexta-feira, Susan Illston ordenou ao Governo que suspenda os despedimentos em massa, bem como os esforços para fechar escritórios e programas, o que é ilegal sem a autorização do Congresso.
O primeiro-ministro defendeu no Parlamento a alteração feita pelo Governo em dezembro ao decreto-lei original sobre o vencimento a atribuir ao secretário-geral do Governo.
O total de votos do Colégio Eleitoral foi lido por Kamala Harris: 312 para Trump e 226 para si própria.
Yoon Suk Yeol enfrentou várias manifestações e contestação popular desde que tentou impor a lei marcial no país. Tribunal Constitucional tem agora de confirmar decisão parlamentar, mas até lá o poder está nas mãos do primeiro-ministro.
No que respeita a juízes/as, delegados/as do Procurador-Geral da República, em representação da Comunidade e do Estado, e advogados/as mandatários/as dos demais litigantes, cada macaco deve estar no seu galho