Erdogan considera acordo EUA-Irão um passo importante para estabilidade regional
Presidente da Turquia espera que "esta notícia ajude a abrir caminho para uma paz e segurança duradouras" na região.
Presidente da Turquia espera que "esta notícia ajude a abrir caminho para uma paz e segurança duradouras" na região.
As sanções estavam a ser unicamente bloqueadas pelo Governo da Hungria de Viktor Orbán, que foi derrotado nas eleições legislativas de 12 de abril. Este sábado, o novo executivo húngaro, liderado por Péter Magyar, tomou posse, sendo expectável que levante o veto.
Esta negociação continua a ser mediada pelo Paquistão, que transmitiu hoje a resposta iraniana ao plano elaborado pela Casa Branca.
Teerão apresentou uma contraproposta que não agradou o presidente norte-americano.
Incidente ocorreu na noite de domingo e para já não há feridos a registar. Autoridades estão a investigar o episódio.
A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas.
O plano de 15 pontos apresentado pelos Estados Unidos não agradou ao Irão. País apresenta contra-proposta em cinco pontos.
Entre as condições impostas pelos norte-americanos está a obrigatoriedade do desmantelar as capacidades nucleares do país e comprometer-se em nunca desenvolver armas nucleares.
Apesar de um cessar-fogo parecer estar longe, está marcada mais uma ronda de negociações para esta quinta-feira.
Trump insistiu que "é muito importante que o Hamas cumpra o seu compromisso de desmilitarização completa e imediata".
Segundo Zelensky, a situação mais vantajosa para Donald Trump seria alcançar o fim da guerra na Ucrânia antes das eleições intercalares norte-americanas que se realizam em novembro.
O líder ucraniano poderá fazer o anúncio oficial sobre a convocação de eleições e do referendo a 24 de fevereiro, no dia em que se completam quatro anos da invasão russa à Ucrânia.
O presidente do Conselho Europeu referiu, contudo, que a União Europeia (UE) está pronta "para trabalhar em conjunto com os Estados Unidos na implementação" do plano de paz para a Faixa de Gaza
Longe vai o tempo em que Trump lhe chamava “Little Marco”, para o humilhar. Hoje é o seu homem para a nova Doutrina Monroe. Rubio ultrapassou J. D. Vance, tem mais poder, uma vendetta contra o socialismo e um plano para subjugar a América Latina aos interesses dos EUA.
Os convidados que aceitarem fazer parte do Conselho da Paz e fizerem uma contribuição de um mil milhões de dólares podem garantir a sua adesão permanente.
Primeiro-ministro de Israel falou, esta segunda-feira, sobre a possibilidade do Irão atacar Israel, num discurso que envolveu também o tema do plano de paz em Gaza.