Ucrânia. Quatro anos de uma guerra que já fez quase dois milhões de vítimas e que não tem fim à vista
Apesar de um cessar-fogo parecer estar longe, está marcada mais uma ronda de negociações para esta quinta-feira.
Apesar de um cessar-fogo parecer estar longe, está marcada mais uma ronda de negociações para esta quinta-feira.
Trump insistiu que "é muito importante que o Hamas cumpra o seu compromisso de desmilitarização completa e imediata".
Segundo Zelensky, a situação mais vantajosa para Donald Trump seria alcançar o fim da guerra na Ucrânia antes das eleições intercalares norte-americanas que se realizam em novembro.
O líder ucraniano poderá fazer o anúncio oficial sobre a convocação de eleições e do referendo a 24 de fevereiro, no dia em que se completam quatro anos da invasão russa à Ucrânia.
O presidente do Conselho Europeu referiu, contudo, que a União Europeia (UE) está pronta "para trabalhar em conjunto com os Estados Unidos na implementação" do plano de paz para a Faixa de Gaza
Longe vai o tempo em que Trump lhe chamava “Little Marco”, para o humilhar. Hoje é o seu homem para a nova Doutrina Monroe. Rubio ultrapassou J. D. Vance, tem mais poder, uma vendetta contra o socialismo e um plano para subjugar a América Latina aos interesses dos EUA.
Os convidados que aceitarem fazer parte do Conselho da Paz e fizerem uma contribuição de um mil milhões de dólares podem garantir a sua adesão permanente.
Primeiro-ministro de Israel falou, esta segunda-feira, sobre a possibilidade do Irão atacar Israel, num discurso que envolveu também o tema do plano de paz em Gaza.
Em apenas um ano o presidente norte-americano ameaçou meio-mundo, bombardeou um país e capturou o presidente de outro.
Adoção de medidas drásticas em praticamente todas as áreas de atuação abalou as políticas interna e externa norte-americanas.
A formação do comité está prevista no plano de paz de Trump e cuja primeira fase incluiu um cessar-fogo que entrou em vigor em outubro de 2025, após dois anos de guerra entre o grupo extremista Hamas e Israel.
O Hamas tem recusado o desarmamento, pretendido por Trump para desbloquear a segunda fase do plano de paz e cessar-fogo em Gaza.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sublinhou os vários avanços nas negociações para o fim da guerra, após o encontro deste domingo com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Florida.
Presidente ucraniano avança que Donald Trump concordou em dar garantias de segurança à Ucrânia por 15 anos. Zelensky vai mais longe e pede que essas garantias durem entre 30 a 50 anos. Plano para revitalizar a economia ucraniana, após quase quatro anos de guerra, está "quase finalizado", diz.
Primeiro-ministro israelita tem sido acusado de não fazer o suficiente para que o plano de paz avance para a segunda fase.
O financiamento humanitário dos EUA para programas apoiados pela ONU atingiu 14,5 mil milhões de euros anuais nos últimos anos.