Ministério da Justiça mantém estatuto de testemunha protegida para Rui Pinto
Programa especial de segurança continua em vigor até nova decisão da Comissão de Programas Especiais de Segurança.
Programa especial de segurança continua em vigor até nova decisão da Comissão de Programas Especiais de Segurança.
Rita Alarcão Júdice prometeu uma resposta até ao dia 10.
Em causa estarão as escutas ilegais no caso de Rui Pinto.
Vigilância policial poderá ter incluído escutas ambientais que não teriam sido autorizadas.
Médicos dentistas e utentes não conseguem aceder à plataforma que permite recorrer aos tratamentos oferecidos pelo SNS. Ministério da Saúde não sabe quando é que a plataforma estará operacional outra vez.
O pirata informático estaria a viver numa casa com proteção policial ao abrigo de um programa de proteção de testemunhas.
Um pirata informático terá acedido a fichas clínicas de menores registados no SNS. Na sequência de dezenas de queixas, as suspeitas estão a levantar preocupações sobre falhas de cibersegurança no sistema de saúde.
Rui Pinto respondia por mais de 200 crimes, entre os quais acesso ilegítimo qualificado, crimes de violação de correspondência agravados e crimes de dano informático.
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Já arrancou o julgamento em que Rui Pinto responde por 241 crimes relacionados com o acesso a emails do Benfica e de outras entidades.
Juízes desembargadores confirmaram condenação do pirata informático pelos crimes de extorsão na forma tentada, violação de correspondência e acesso ilegítimo. Decidiram também devolver vários dispositivos ao hacker e anular a indemnização de três mil euros à Doyen Sports Investments.
Em resposta à contestação apresentada pelo pirata informático no processo em que é acusado, entre outros crimes, pela intrusão e roubo dos emails do clube, os advogados do Benfica dizem que o hacker “agiu motivado por interesses puramente pessoais”.
Quando era diretor do DCIAP, o atual procurador-geral da República foi uma das vítimas de Rui Pinto. Os seus emails, bem como os da antiga PGR, Joana Marques Vidal, de magistrados do MP, advogados e responsáveis de clubes foram entregues pelo pirata informático às autoridades francesas, alemãs e belgas.
Entre as 30 testemunhas arroladas pela defesa do pirata informático no processo do acesso aos emails do Benfica estão ainda políticos, advogados e ativistas pela transparência e direitos humanos.
Na contestação entregue ao tribunal que o vai julgar pelo acesso aos emails do Benfica, de empresas de Isabel dos Santos, advogados e de outras entidades, o pirata informático pede a nulidade de provas, a prescrição de prazos e contesta a qualificação jurídica da maioria dos 242 crimes informáticos pelos quais vai responder. O julgamento começa a 13 de janeiro.