Sábado – Pense por si

A exposição Complexo Brasil tem dominado o discurso na capital
Pedro Henrique Miranda

Arte para este inverno: 25 exposições para sair do sofá

Em zonas onde a chuva não casou danos de maior, a programação cultural permite fugir à letargia do sofá e da TV. Eis 25 exposições que, de norte a sul do País, fazem com que valha a pena sair de casa.

O Museu Nacional Soares dos Reis recebe Face a Face, que cruza pintura clássica e fotografia
Pedro Henrique Miranda

Seis exposições a não perder no Porto

Pelo menos até maio, há excelentes exposições clássicas e contemporâneas para desfrutar na Invicta. Conheça cinco delas, com um bónus.

Capa da revista 1132
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar o coração

As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.

Inimigos do novo presidente não suportam os novos tempos de mulheres de cabelo ao vento, cruzes nas igrejas e bares com licenças para vender álcool
Tiago Carrasco

Idlib, uma reportagem no bastião da revolução síria

Foi sempre a cidade que Bashar al-Assad não conseguiu dominar. Ahmed al-Sharaa tomou o poder da região como um terrorista ligado à Al-Qaeda que raptava cristãos e executava prostitutas. Há um ano, saíu de lá mais moderado para derrubar o regime e assumir os destinos do país. O que se passou em Idlib para o presidente mudar?

Lara Ferreira superou o trauma do bullying com prescrição social
Susana Lúcio

O médico receitou-me jardinagem

Especialistas estão a prescrever aulas de artesanato, de dança ou passeios de trishaw a utentes com sintomas de depressão e isolamento social

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

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