Dois livros, quatro artistas
Berger defende que contar uma história é criar uma espécie de abrigo, de proteção, criar uma casa de retaguarda. Vou dar-te abrigo: vou contar-te uma história; eis a potência simbólica das histórias e da memória.
Berger defende que contar uma história é criar uma espécie de abrigo, de proteção, criar uma casa de retaguarda. Vou dar-te abrigo: vou contar-te uma história; eis a potência simbólica das histórias e da memória.
No século XIX, a Rainha D. Maria Pia popularizou a moda dos banhos de mar, benéficos para a saúde, e D. Luís a prática da vela. No verão, a corte mudava-se para Cascais, uma pequena vila de pescadores que logo se tornou uma estância balnear ao nível das melhores da Europa.
Preparámos um guia que inclui os livros de que toda a gente fala mas também alguns que têm passado despercebidos, entre romances, thrillers e crónicas. Deixe o telemóvel em casa, estenda-se a lê-los - e boas férias.
Temperaturas nos próximos dias serão muito elevadas em Portugal Continental.
O “país excecional e indispensável” chega aos 250 anos com um Presidente que promoveu um ataque ao Capitólio. Não, não é um detalhe passageiro. Provavelmente, acabará mal.
Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.
Desta vez, fiz algo diferente. Dediquei-me a procurar tintas para pintar paredes. A vida acontece.
No Centro Social do Vale do Homem, perto de Braga, idosos do meio rural tornam-se mentores de jovens com deficiência. O projeto TREVO junta tradição, inclusão e esperança num modelo intergeracional que já está a transformar vidas.
Afastado das estrelas Michelin e dos restaurantes, o enfant terrible dos tachos refugia-se no seu monte alentejano, perto de Grândola. Caça, pesca, cozinha em modo primitivo e organiza eventos para pequenos grupos numa estrutura em forma de gaiola.
Em contagem decrescente para o Mundial de Futebol, a favela da Rocinha, a maior do Rio de Janeiro, no Brasil, ganha novas cores para celebrar a competição. Artistas e moradores locais pintaram uma das ruas principais, resgatando a antiga tradição de pintar as ruas com elementos relacionados com o mundial.
Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.
Este Papa ainda não havia aparecido. E agora sim, quando o Papa Leão XIV fala, as televisões filmam e ouvem. A capacidade de escuta aumentou.
Há quem decida casar-se, passear à beira-mar, visitar o estádio do clube do coração, transpor para uma tela uma sonata de Beethoven, despedir-se dos gatos ou celebrar os 18 anos da filha. Quando não há cura, cuidar faz toda a diferença. Os sonhos dos doentes e quem os torna realidade.
O artigo do Primeiro-Ministro para o Observador pertence claramente à terceira categoria: um exercício de auto-incensação em que o Governo surge como milagreiro de uma Pátria sem rumo.
Município portuense sublinha que a iniciativa partiu do clube e que "não deve ser dado como adquirido qualquer modelo de titularidade, gestão ou exploração do futuro equipamento".
Custou cerca de 76 milhões de euros e entrou em circulação a 28 de fevereiro deste ano. Economista crítica inoperância do transporte, o ex-presidente da câmara do Porto fala em "melhor dos dois mundos".