Colômbia. Abelardo de la Espriella, candidato da direita apoiado por Trump, venceu as eleições presidenciais
Abelardo de la Espriella teve mais de 12,9 milhões de voto, com 99,3% das urnas apuradas.
Abelardo de la Espriella teve mais de 12,9 milhões de voto, com 99,3% das urnas apuradas.
Iván Cepeda denunciou ainda o que chamou de "campanha suja" dirigida contra a sua candidatura através do uso de estruturas digitais e ferramentas de inteligência artificial.
Líder dos EUA apoia o candidato de extrema-direita, que venceu a primeira volta das presidenciais colombianas.
Passou de advogado controverso a vencedor das primárias presidenciais da Colômbia. Inspirado por Trump, Milei e Bukele, quer impor a autoridade e acabar com o primeiro governo de esquerda colombiano.
Petro levantou dúvidas sobre a contagem preliminar emitida este domingo, acusando empresa privada responsável de adicionar 800 mil pessoas não registadas aos censos eleitorais.
Milhares de colombianos vão hoje às urnas para eleger o próximo presidente. Votação deverá ditar a relação da Colômbia com os Estados Unidos, bem como a forma como o país irá gerir os conflitos com grupos de rebeldes, que há décadas assolam o território.
Mais de dez candidatos disputam a Presidência, mas apenas três têm hipóteses reais de vitória e tudo indica que haverá uma segunda volta em 21 de junho.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, reuniu-se, esta sexta-feira, em Caracas com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, no primeiro encontro entre os dois países desde a saída de Nicolás Maduro do poder.
Líder do PS acusa o Governo de estar a "ceder aos temas" do Chega.
A explosão do reator 4 foi denunciada pelos suecos, mas Moscovo só retirou a população quase dois dias depois para manter o acidente em segredo. Milhares de russos morreram vítimas da radioatividade
O advogado de profissão, de 47 anos e que se apelida a si próprio de "O tigre", pretende "dotar" as "forças públicas de armas de primeira geração, inteligência artificial, 'drones' e, claro, de orçamento, para aumentar os efetivos".
Segundo o chefe de Estado, "alguém deu a ordem" a esse oficial para colocar "substâncias psicoativas" num dos veículos oficiais com o objetivo de "impedir" o encontro em Washington.
Trata-se de um sinal de melhoria das relações entre os dois países.
O presidente colombiano criticou os grupos guerrilheiros por terem abandonado a luta revolucionária e dedicarem-se ao tráfico de drogas, em resultado do que "converteram-se na desculpa perfeita para a agressão".
Gustavo Petro diz que falou com Donald Trump ao telefone e conseguiu convencer o líder norte-americano a "congelar" o ataque.
Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.