Sábado – Pense por si

Por nossas mãos

A quem serve a neutralidade

O idealismo deu lugar ao cinismo, logo agora que mais precisávamos dele, quando não nos podemos dar ao luxo de relativizar os nossos princípios. Porquê e para quê? Nesta encruzilhada dramática da nossa vida em comum, temos de enfrentar de forma lúcida as razões que podem informar uma decisão destas.

Frames das redes sociais de Bruno Gonçalves com os seus assessores
Marco Alves

O eurodeputado com 9 assessores e uma estagiária

Bruno Gonçalves (PS) é o recordista em Bruxelas. Não diz quanto ganham assessores, mas sabe-se que tem €30.769 por mês para pagar pessoal. Esclarece que fazem consultoria, análise jurídica e produção de vídeos para as suas redes sociais. Diz ainda que é "uma equipa com currículo e experiência nas instituições europeias”

Sofia Parissi

Sines, a cidade que fala por si

Um hotel com vista para o mar e um restaurante em frente ao porto, dedicado ao peixe grelhado: eis os essenciais em Sines e nas proximidades.

Debaixo do Tapete

Precisamos de novos nomes

São estes os nomes das pessoas que ativamente procuram lucrar com o ódio, a polarização e que atiram areia para cara dos portugueses com falsos problemas. Mas não são só estes nomes que são responsáveis pela deriva antidemocrática, racista e xenófoba que acontece no nosso país.

António José Vilela

Assim se fez (e desfez) o tribunal mais poderoso do País

Bem-vindos às histórias dos inquilinos da Judiciária e do projeto Monsanto; às denúncias anónimas e à guerra com os diretores e à traição de Amadeu Guerra; às birras à porta, no carro e o passe social; aos telefonemas irados e às mensagens indiscretas e à ordem de despejo. E ainda ao novo mundo dos copos grandes e das sociedades pequenas; aos dias em que se arrastaram mobílias e à música de Vivaldi.

António José Vilela

O pacto secreto dos três maçons e a corrupção na câmara

Um acordo criminoso não cumprido na venda de um terreno público que iria defraudar o Estado. Uma autarca endividada por empréstimos pessoais e que tomava decisões após consultar uma “conselheira espiritual”. O dinheiro encontrado num cofre e em envelopes. E o alegado pacto do deputado do PS com os dois amigos que tinham feito juras de fidelidade nos templos da maçonaria.

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