Governo reúne-se hoje com UGT e patrões para retomar negociações sobre lei laboral
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa
O encontro deverá contar apenas com a presença das quatro confederações patronais
O partido apresentou no parlamento uma proposta anti-okupas e chamou para audição os antigos patrões de André Ventura numa consultora.
"É preciso começar a criar o ambiente de negociação que até aqui não foi muito de acordo com aquilo que era desejável”, afirmou Mário Mourão.
Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal, afirmou, em entrevista ao canal Now, que "tem havido da parte dos parceiros sociais uma falta de vontade de haver um acordo” e desafiou patronato e sindicatos a juntarem-se.
Segundo a CIP, o objetivo é aplicar a isenção de IRS e Taxa Social Única (TSU) aos prémios de produtividade, de desempenho, participação nos lucros e gratificações de balanço.
Cerca de 110 aderentes acusaram a direção de adotar práticas que "envergonhariam muitos patrões".
O presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal saudou a definição no acordo, sem "margem para dúvidas", de objetivos, fluxos processuais e obrigações das partes, considerando que tal "representa um virar de página relativamente ao que até agora funcionou menos bem".
Governo, confederações patronais e UGT assinaram esta terça-feira o acordo de concertação social com referências às dúvidas sobre a sua execução e à possibilidade de crise política.
A líder do BE acusou a CIP de estar a tentar "legalizar os pagamentos informais" e considerou que esta proposta "é uma ajuda aos patrões porque se os patrões quisessem aumentar salários já o teriam feito".
Os patrões têm-se queixado de que não há quem trabalhe em hotéis e restaurantes. Um dirigente do Sindicato da Hotelaria escreveu uma carta aberta a Cristina Siza Vieira, da AHP, e Ana Jacinto, da AHRESP, a explicar porquê.
Inquérito da Microsoft mostra que patrões e trabalhadores discordam sobre a produtividade em teletrabalho.
Imaginemos tão insigne figura a perorar sobre a não existência de “atribuições coletivas de culpa em Portugal” aos imigrantes, mas também a estancar a verve inflamada de púlpito que se vira, volta e meia, contra banqueiros, patrões, reacionários e gente avessa à NATO.
Os patrões da indústria automóvel andam num ai-Jesus porque a malta não usa máscara, fica doente e isso afeta a produção. Já se fala de impor o uso da dita para acabar com o absentismo. O discurso começa a ficar perigoso.