Washington aprova manutenção dos sistemas Patriot entregues a Kiev
A venda foi aprovada pelo Departamento de Estado e notificada ao Congresso dos EUA.
A venda foi aprovada pelo Departamento de Estado e notificada ao Congresso dos EUA.
Apoio do governo alemão será elevado para cerca de 11,5 mil milhões de euros. Assistência incluirá artilharia, drones, veículos blindados, bem como a substituição de dois sistemas Patriot.
O ministro da Defesa Nacional disse que o Governo "está a investir muito em equipamentos para fazer nas Forças Armadas o que não é feito há décadas".
O chefe de Estado ucraniano falou da necessidade de o país comprar mísseis para sistemas 'Patriot' e outro tipo de armamento que os Estados Unidos estão dispostos a enviar à Ucrânia se outros Estados pagarem a fatura.
O ministro da Defesa alemão afirmou que os aparelhos “foram claramente direcionados” para atacar território polaco.
Medida já foi comunicada por telefone ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e este declarou estar "muito grato aos Países Baixos" pelo pacote de apoio militar.
O lado russo, no entanto, não parece otimista quanto à possibilidade de uma reunião iminente.
Membros da NATO vão discutir, numa reunião online, o lançamento de uma "campanha de 50 dias", cumprindo o prazo porposto por Trump, para que sejam enviadas mais armas para a Ucrânia e que o presidente russo seja forçado a sentar-se à mesa de negociações.
O presidente dos EUA anunciou na segunda-feira um acordo para o envio de armamento à Ucrânia, incluindo as baterias antimísseis Patriot.
O presidente norte-americano anunciou ainda que países europeus vão comprar armas aos EUA para utilizar na Ucrânia.
A Rússia lançou quatro mísseis e 136 drones contra a Ucrânia horas antes da visita do representante norte-americano para a Ucrânia a Kiev.
O fornecimento de armas faz parte de um acordo com a NATO, que vai pagar aos Estados Unidos pelo material que vai enviar para a Ucrânia, de acordo com Trump.
O presidente dos Estados Unidos referiu, numa entrevista, que vai fazer uma "declaração importante sobre a Rússia na segunda-feira".
Depois do telefonema com Putin, Trump disse que estava "infeliz" com conversa, que não resultou em "nenhum progresso" na direção de uma solução negociada para acabar com a guerra.
A Europa como maiúscula militar e política não existe. Só conta a articulação variável de interesses das coligações e poderes dominantes a cada ciclo eleitoral nos diversos países.
Órgão de diplomacia garante que ataque à Embaixada de Portugal em Kiev resultou "da utilização, pouco profissional, do sistema de defesa antiaérea ucraniano". Acusou, assim, os jornalistas portugueses de espalharem "sentimentos russófobos".