Grécia envia mísseis Patriot para Creta devido a risco de ataque iraniano
Notícia surge depois de o jornal "Financial Times" ter noticiado, na semana passada, que o Irão estaria a ponderar atacar bases militares com interesses americanos na Europa.
Notícia surge depois de o jornal "Financial Times" ter noticiado, na semana passada, que o Irão estaria a ponderar atacar bases militares com interesses americanos na Europa.
A marcha, que começou no Parque Eduardo VII, reuniu ucranianos e portugueses.
Em direto da capital ucraniana para o NOW, o jornalista André Luís Alves fez o balanço dos mais recentes bombardeamentos russos contra a cidade, destacando a destruição de uma escola onde "não há pedra sobre pedra". Afirma que este foi um "ataque maciço com mísseis balísticos" e hipersónicos Kinzhal, ressalvando que se insere numa investida do Kremlin promovida desde o início do verão contra alvos civis e militares. André Luís Alves fala ainda sobre a escassez de recursos defensivos na Ucrânia, assinalando que, no apoio militar e na disponibilização de mísseis Patriot, "os Estados Unidos roeram a corda".
Pelo menos 12 pessoas morreram em Kiev nas últimas horas.
Com pelo menos 33 feridos, de acordo com o Serviço de Emergência da Ucrânia.
A Ucrânia resiste e colocou novos problemas à Rússia. Mas isso está a levar a uma contradição: Putin, cheirando a vulnerabilidade de Kiev pela falta de intercetores, tenta disfarçar os seus próprios erros escalando nos crimes contra a população ucraniana. No Médio Oriente, a trilateral Arábia Saudita-Turquia-Paquistão gera uma nova equação de segurança regional: sem os EUA e com sinais claros a Teerão, Telavive e, atenção, também a Nova Deli.
A Rússia bombardeou esta madrugada a capital ucraniana, Kiev, e matou pelo menos 17 pessoas e deixou outras 44 feridas.
Em Brovary, o ataque provocou incêndios de grande dimensão em armazéns da cidade e nas aldeias de Velyka Dymerka, Kvitneve e Peremoga.
Momentos antes, Zelensky reuniu-se com o homólogo norte-americano, Donald Trump, tendo afirmado que foi "um bom encontro", durante o qual discutiram precisamente "licenças para a produção" de mísseis Patriot.
Os Estados Unidos decidiram responder com bombardeamentos às novas intimidações iranianas a cargueiros no estreito de Ormuz.
Desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, as relações transatlânticas sofrem de uma constante arritmia: ora batem forte; ora batem fraco. Esta semana, na Cimeira da NATO em Ancara, não foi diferente com o presidente americano a dar umas no cravo e outras na ferradura dos seus aliados.
Desde o início da guerra que o líder ucraniano pede que sejam enviados para o país mísseis Patriot e mais recentemente Zelensky passou a pedir uma autorização para fabricá-los.
Forças iranianas indicaram ainda que atacaram com drones a Quinta Frota dos Estados Unidos, estacionada no Bahrein.
O conflito no Médio Oriente começou por parecer uma má notícia para Kiev mas a Ucrânia transformou a crise numa montra da sua experiência, aproximou-se dos países do Golfo e exporta agora segurança.
Horas antes, Zelensky saudou a validação definitiva pelos líderes europeus de um empréstimo de 90 mil milhões de euros ao país em guerra com a Rússia desde fevereiro de 2022.