A Paramount comprou a Warner. O que muda no streaming em Portugal?
Por agora, nada: preços, aplicações e catálogos mantêm-se. O grupo quer unir HBO Max e Paramount+, mas em Portugal a principal incógnita é a SkyShowtime.
Por agora, nada: preços, aplicações e catálogos mantêm-se. O grupo quer unir HBO Max e Paramount+, mas em Portugal a principal incógnita é a SkyShowtime.
A aquisição, avaliada em 71,9 mil milhões de euros, sem contabilizar a dívida, reúne estúdios, plataformas e canais, após uma disputa com a Netflix e acordos judiciais.
Scott Pelley acusou a editora-chefe Bari Weiss de querer "ganhar a simpatia do governo Trump" ao introduzir políticas capazes de "assassinar" o progama "60 Minutes". Criticou ainda o novo produtor-executivo, dizendo que este possui "qualificações insuficientes".
A reportagem não incluiu entrevistas em vídeo com responsáveis do governo de Donald Trump, mas teve declarações da Casa Branca e do Departamento de Segurança Interna que não faziam parte da reportagem inicialmente retirada.
A Paramount conseguiu adquirir a Warner após a batalha para assumir o gigante de Hollywood, na sequência da desistência da Netflix, que optou por não continuar com a guerra de licitação.
A emissora de rádio, fundada em 1927, despedir-se-á no próximo dia 22 de maio e encerrará as suas "aproximadamente 700 estações".
Nos últimos 16 anos, este prémio coincidiu 14 vezes com o vencedor do Óscar de Melhor Filme.
A Paramount Skydance e a Netflix estavam a disputar a compra da histórica empresa de Hollywood, dona da plataforma HBO e de franquias como Harry Potter e Game of Thrones. Este promete ser um dos maiores negócios de sempre no entretenimento, superior a 100 mil milhões de dólares.
A oferta revista inclui um aumento do preço de compra para 31 dólares em dinheiro por cada ação da WBD.
A aquisição por parte da Netflix permite à empresa adquirir o catálogo de filmes, mas também o serviço de 'streaming' concorrente HBO Max.
É a mais recente investida da Paramount para convencer os acionistas da Warner Bros de que a oferta hostil de 30 dólares por ação em dinheiro pela totalidade da histórica empresa de Holywood é superior à oferta da Netflix.
As tentativas de negociação entre a Warner Bros e a Paramount já se assemelham a uma luta de super-heróis e vilões da DC Comics. Nem a garantia pessoal do multimilionário Larry Ellison no fim de dezembro foi capaz de demover a administração da Warner Bros em rasgar o acordo com a Netflix.
A guerra entre a Netflix e a Paramount para a compra da Warner Bros. escalou esta segunda-feira com uma nova oferta melhorada da Paramount, apoiada numa garantia pessoal do multimilionário Larry Ellison no valor de 40,4 mil milhões de dólares.
A disputa entre Netflix e Paramount envolve financiamento ligado ao genro de Donald Trump e reforça o escrutínio político sobre a maior operação mediática da década.
Reviravolta naquele que promete ser um dos negócios mais badalados dos próximos tempos. Gigante do entretenimento diz que proposta da Netflix não é tão benéfica para os acionistas.
O senador republicano Mike Lee já avisou que este projeto "deverá alarmar as autoridades da concorrência em todo o mundo".