Técnicos de Migração alertam para pressão resultante da exposição negativa da AIMA
Sindicato defendeu um apuramento rigoroso da situação que levou às buscas da PJ na delegação da AIMA nos Açores.
Sindicato defendeu um apuramento rigoroso da situação que levou às buscas da PJ na delegação da AIMA nos Açores.
Luís Montenegro disse que, sem entendimento na concertação social, a última palavra sobre o pacote laboral cabe à Assembleia da República.
"Trabalho com direitos é trabalho com futuro" é uma das frases que se lê numa das bandeiras que decoram o espaço em frente ao palco.
A intersindical garantiu que os trabalhadores vão também lutar pela “derrota do pacote laboral”, que referiu ilustrar que o executivo de Luís Montenegro serve apenas “os interesses dos grandes patrões”.
Montenegro defendeu a necessidade de aumentar a produtividade do país e argumentou que esse crescimento será um dos resultados do conjunto de alterações à lei laboral proposto pelo Governo.
No seu caderno reivindicativo para 2026, a CGTP exigia um aumento salarial de pelo menos 15%, num mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores e a fixação do salário mínimo nacional em 1.050 euros.
Negociações duraram nove meses. Questões como o "outsourcing" ou o banco de horas eram cruciais para a central sindicalista e motivaram o chumbo da proposta.
Rosário Palma Ramalho considerou que o processo negocial "durou o tempo que tinha que durar".
Proposta apresentada pelo Governo foi chumbada por "unanimidade". Segundo a CGTP, encontra-se no documento "tudo o que é a degradação das condições de vida de quem trabalha". Aos jornalistas a ministra não se mostrou, porém, aberta para continuar com este processo. "Terminará nos próximos dias".
Palma Ramalho referiu que esta ainda só é "a solução A do Governo", sobre a qual estão "absolutamente empenhados". "A solução B é levar o anteprojeto para o parlamento."
Apesar do 'chumbo', o órgão executivo máximo da UGT a ministra do Trabalho apelou à continuação do processo negocial em sede de Concertação Social.
Esta reunião acontece depois de o secretariado nacional da UGT ter votado contra a proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo.
Ventura reiterou que o Chega "está contra esta lei laboral tal como ela está", mas "está aberto e disponível para uma negociação" e para que esta reforma seja aprovada no parlamento nas "próximas semanas ou meses".
A central sindical considera que a proximação negocial é "insuficiente".
Nos últimos meses, o Governo tem reunido com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.