Governo reúne-se hoje com UGT e patrões para retomar negociações sobre lei laboral
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
Perante as críticas da CGTP e da UGT, o executivo entregou à UGT uma nova proposta com algumas cedências e novas medidas, mas reiterou que não está disponível para retirar toda a iniciativa, nem para deixar cair as traves mestras das alterações anunciadas.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa
O encontro deverá contar apenas com a presença das quatro confederações patronais
Matérias como a contratação a termo ou o 'outsourcing' são "inaceitáveis", refere a UGT.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
Ao retirar Nicolás Maduro da presidência venezuelana, Donald Trump não se limitou aplicar uma solução limite a uma eleição que os Estados Unidos, à semelhança da União Europeia, não haviam reconhecido.
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
Impossibilidade da linha transferir chamadas para o INEM atrasa socorro.
A mudança do Chega sobre a reforma laboral, a reboque do impacto da greve, ilustra como a direita radical compete com as esquerdas pelo vasto eleitorado iliberal na economia.
O sucesso da greve geral pode ter sido o início do fim do estado de graça do Governo de Luís Montenegro
Ministra do Trabalho afirmou que vai aguardar que os parceiros sociais apresentem "propostas mais concretas" de alteração ao Código do Trabalho. UGT está convencida de que o Governo deixou cair as traves mestras ao garantir "total disponibilidade para negociar".
Catarina Martins disse aguardar a decisão do TC, que "dirá aquilo que achar", mas considerou que a lei da nacionalidade, "tal como está, ofende" o que Portugal é.