Sábado – Pense por si

Raves sóbrias
Raquel Lito

A moda das raves sóbrias com sumo de laranja

Aqui dança-se sem excessos e de banho tomado. Passámos uma manhã a acompanhar ravers saudáveis, movidos a laranjada, num café lisboeta, em Santos. O evento acontece duas vezes por mês, sempre aos domingos. Veja o vídeo.

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

No país emerso

Árbitros em vez de juízes?

O PCP defende (e bem) que não é tolerável que um cidadão que se atrase uns dias no pagamento de uma prestação do IMI seja implacavelmente executado pela Autoridade Tributária, enquanto devedores de milhões, frequentemente empresas, sejam convidados para uma arbitragem à porta fechada.

Figuras da política nacional com 22 anos
Francisco Máximo Gaié

Era assim a vida dos políticos com 22 anos

O mote era o fim da vida académica e os primeiros passos no mundo do trabalho e da política. Foram oito as figuras da política que contaram como foi o seu percurso no início da vida adulta.

Bruno Faria Lopes

Sigilo sobre quem doa a partidos? "É ridículo", diz Luís Amaral, o milionário que apoiou a IL

Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.

Uma das três manadas de garranos da reserva natural da Faia Brava
Susana Lúcio

Visitámos a primeira reserva natural privada do país

Situada em Figueira de Castelo Rodrigo, a reserva natural com mil hectares foi sonhada por um casal de biólogos e pretende regenerar a floresta e a fauna mediterrânica, em propriedades abandonadas há décadas, junto às escarpas do Vale do Côa.

A fuga da família real para o Brasil

A impressionante operação foi concretizada em três dias e permitiu levar a família real e a corte para o Brasil (no total, nos mais de 40 navios seguiram 15 mil pessoas), para escapar às tropas de Napoleão. E ainda: como ganhar dinheiro com o seu prédio; a primeira reserva natural privada; e um futebolista com uma vida frenética

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

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