Ministra da Justiça avisa que uma investigação "não pode prolongar-se indefinidamente"
"Tem de haver uma decisão de arquivar ou acusar e é isso que me parece prioritário", disse a governante, sem referir a operação Influencer.
"Tem de haver uma decisão de arquivar ou acusar e é isso que me parece prioritário", disse a governante, sem referir a operação Influencer.
Presidente da Assembleia da República afirma que as desconformidades do requerimento persistem.
Partido liderado por André Ventura pede que José Pedro Aguiar-Branco "se digne determinar uma célere instalação da comissão de inquérito pedida", já a partir de dia 15 de setembro.
Aguiar-Branco tinha assinalado "insuficiências na delimitação do objeto e dos fundamentos" inerentes ao inquérito parlamentar requerido pelo Chega, que "não permitem, na sua atual formulação, determinar a constituição obrigatória da comissão".
O presidente da Assembleia da República solicita à bancada do partido de André Ventura que proceda “à reformulação do objeto e dos respetivos fundamentos, suprindo as insuficiências identificadas, sob pena de rejeição” da admissão do requerimento.
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?
Afinal somos todos cheganos? É que reagir com uma graçola de oportunidade a um episódio destes num órgão de soberania nivela tudo por esse patamar.
No arranque da próxima sessão legislativa, em setembro.
A estafada reforma da justiça é uma gritaria ignorante entre as várias inércias do sistema.
Procuradores pediram autos de busca à casa e ao gabinete de Vítor Escária. Ex-chefe de gabinete de António Costa em São Bento é suspeito de tráfico de influências.
Gostava de ser primeiro-ministro – e no PS há um grupo de influentes disponível para lhe abrir o caminho. Voltou ao espaço mediático em força à espera de uma oportunidade.
E ainda Alexandra Leitão a azedar o ambiente do PS Lisboa, as mulheres no MAI de Luís Neves e o duelo entre Ventura e Galamba.
Desde autarquias, passando por sedes partidárias e a governos, há cada vez mais operações de buscas em centros de decisão política, com particular enfoque em autarquias. Mas os processos continuam a arrastar-se na justiça.
O mais relevante, porém, não é apenas o caso concreto. O mais relevante é a sensação de repetição. Porque Portugal já viu este filme, e viu-o precisamente em Lisboa.
Partido considera que "não terem de se sujeitar ao escrutínio presencial, como todos os cidadãos, é um privilégio inaceitável e incompreensível face à necessidade imperiosa de escrutínio".
Partido degende que a "política não deve invadir o espaço que cabe à justiça".