Descongelados: vozes republicanas tecem críticas à atuação do ICE
Após a morte de duas pessoas às mãos do ICE no Minessota, a força de controlo de imigração está debaixo de fogo. Até entre republicanos.
Após a morte de duas pessoas às mãos do ICE no Minessota, a força de controlo de imigração está debaixo de fogo. Até entre republicanos.
Ariana Grande, Olivia Rodrigo ou Billie Eilish foram apenas algumas das figuras públicas que criticaram os agentes do ICE - que já mataram duas pessoas em Minneapolis. O cantor Finneas O'Connell recordou até o momento em que foi atingido por gás lacrimogéneo.
Mayza Cosentino defendeu um dos arguidos da Operação Zelador, detido pelo ataque à casa de André Villas-Boas, então candidato à presidência do FC Porto.
Presidente demonstrou disposição para retirar os agentes da cidade.
Alex Pretti, de 37 anos, foi atingido por pelo menos 10 balas.
A cidade tem vivido protestos diários generalizados que Renee Good foi morta a tiro pelo Serviço de Imigração dos EUA, a 7 de janeiro.
A infiltração do extremismo nas polícias e no país não pode continuar a passar em silêncio.
Gravações obtidas através da “caixa negra” do comboio revelam que o maquinista tentou parar a circulação nos carris mas já era tarde demais.
Foram detidas 37 pessoas na operação que visava membros de grupos extremistas, a maior parte deles são membros do Grupo 1143.
O acidente fez 41 mortos e centenas de pessoas ficaram feridas, 39 continuam hospitalizadas, das quais 13 estão nos cuidados intensivos.
Em apenas um ano o presidente norte-americano ameaçou meio-mundo, bombardeou um país e capturou o presidente de outro.
Eu causa está a teoria de que ambos obstruíram as atividades dos agentes da imigração (ICE).
Os dois países têm trocado ameaças. Trump disse que se as forças de segurança iranianas matassem mais algum manifestante os EUA iriam responder. Já o Irão prometeu retaliar.
Há ainda registos de centenas de feridos e mais de dois mil detidos
Não existem informações sobre o estado de saúde das vítimas.
Trump defendeu os protestos no Irão. A declaração não agradou, no entanto, o chefe militar que disse que "se o inimigo cometer um erro" a resposta será mais potente do que na guerra de 12 dias com Israel.