Estudo aponta para recuperação de peso após interrupção do tratamento antiobesidade
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
Iremos regressar às tascas e tabernas, tentaremos escapar à IA nas redes sociais, vamos vestir rendas e decorar a casa em tons de branco.
A farmacêutica dinamarquesa poderá começar a vender o Wegovy do lado de lá do Atlântico já em janeiro. Luta contra concorrente americana Eli Lilly pelo domínio no setor aquece.
Farmacêutica Novo Nordisk teve "um impacto significativo" para o crescimento da economia dinamarquesa no terceiro trimestre, devido ao forte aumento das exportações.
A comparticipação destes remédios pode ter um custo de €600 milhões por ano. Mas especialistas apontam para os benefícios.
Um destes medicamentos, o Ozempic, também é utilizado para tratar a diabetes tipo 2.
Tratamentos para um mês custarão, na cadeia americana, apenas €427, ou seja, duas vezes menos no caso do Ozempic e três vezes menos no caso do Wegovy. Há ainda outros descontos adicionais para determinados grupos.
São já cinco os medicamentos para a obesidade disponíveis em Portugal, no entanto nenhum tem comparticipação. A SÁBADO falou com dois especialistas e as opiniões dividem-se entre o apoio aos fármacos e a precaução devido à falta de estudo sobre possíveis consequências no futuro.
Os monarcas serão recebidos na segunda-feira à tarde pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, e pela sua mulher, Brigitte Macron, numa cerimónia oficial nos Invalides, antes de seguirem para o Palácio do Eliseu para uma reunião à porta fechada.
Sim, é um benefício dado aos colaboradores do grupo DST. Já a Merck começou este mês a pagar tratamentos de fertilidade. Também há quem ofereça 18 semanas de licença de maternidade e paternidade – além de massagens, ginásio e psicólogo.
Fármacos como o Ozempic ou Zepbound podem ter efeitos em doenças renais, na síndrome do ovário poliquístico ou na apneia do sono. Vários ensaios clínicos estão em curso e as primeiras respostas podem surgir já em 2024.
Dispensa jatos, conduz o seu próprio carro elétrico e gosta de descontrair a andar de caiaque no lago junto à sua casa, na Dinamarca. É a partir deste país que gere o gigante farmacêutico dono dos medicamentos Ozempic e Wegovy.
São muito eficazes, mas têm dois custos. Um é o preço, os injetáveis são caros e não estão comparticipados. Outro são os efeitos secundários. Há pessoas que abandonam a medicação porque passam dias inteiros maldispostas ou a vomitar. Há quem não consiga levantar-se da cama por causa das tonturas e até relatos de pensamentos suicidas associados à toma. Estes fármacos estão indicados para pessoas com excesso de peso e obesidade, mas há muita gente a fazê-los só por vaidade, sem que existam estudos que provem que são seguros quando não há doença.
O mais recente estudo ao Wegovy analisou mais de 17.600 adultos com 45 ou mais anos e decorreu durante um período de cinco anos. Redução de risco cardíaco situou-se nos 20%, mas resultados ainda não são públicos.
Ozempic está indicado para a diabetes tipo 2 e está também a ser usado para combater a obesidade em Portugal e noutros países. Infarmed lembra que em Portugal não está aprovado como medicamento para perda de peso. Nos EUA e no Reino Unido existe ainda o Wegovy que apenas tem indicação para a obesidade.
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